<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039</id><updated>2012-03-20T00:43:02.359-07:00</updated><title type='text'>câmbio tsch::.</title><subtitle type='html'>teste - câmbio - tsch.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>52</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-5699251965335592692</id><published>2010-04-09T08:29:00.000-07:00</published><updated>2010-04-09T08:29:17.478-07:00</updated><title type='text'>História mesozóica, invencionista e venérea de degradação, psicopatia e patinação. - cap 12</title><content type='html'>cavalgando a bicicletinha cujo banco rala minha bunda feito um cortador  de queijo eu perco muito da vida. inspiração nessa coisa de regredir,  por exemplo. to tentando justificar a ausência de memórias mas é perda  de tempo além da bunda na bicicleta. então é o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;era um dia de sol na avenida são joão, como todos os dias na cidade  agradbilíssima de londrina - em que nenhum comercial de antitranspirante  consegue fingir que funciona. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ainda carregando o fardo do  sacerdócio pastoral sênior - minha irmã caçula já tinha nascido e me  tomou o subtítulo 'júnior' - eu não tinha lá tanta liberdade de  expressão. é só ler os anteriores pra deduzir pq me foi banido o direito  de brincar na igreja e tal.&lt;br /&gt;um saco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fiquei um bom tempo sem poder escorregar na cera recém  aplicada, sem gritar pra aplicar susto nas velhas gêmeas que limpavam o  holy templo, sem quebrar janelas, sem estragar a decoração das salas do  infanto na escola de domingo. &lt;br /&gt;isso. pense numa criança ingênua reprimida e subjugada por pais que  encontraram no sistema ditatorial sua metodologia de ensino mais eficaz.&lt;br /&gt;justo.  então, eu quis dar jeito de expelir aquele sentimento assassino que  voltaria pra me atormentar na adolescencia; e para não virar manchete  como cúmplice do meu namorado na morte dos meus pais, [  http://www.terra.com.br/istoegente/172/reportagens/capa_suzana_01.htm ]  achei por bem extravasar a coisa toda num belo plano arquitetado por  alguém que não eu, obviamente. a candura que me envolvia não me permitia  planejar o mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;salpiquei de sabão em pó + detergente o que chamamos de batistério  [tanque onde pessoas proefssam publicamente sua fé e são imersas num  amontoado de água].&lt;br /&gt;as tias da limpeza, as tais gêmeas velhas, ainda  não tinham cumprido todo o roteiro de limpeza - pense. velhas.&lt;br /&gt;foi só esperar alguns minutos pra assistir uma delas rebolando  involuntariamente no altar com remelexo de joelma e semblante de  pintura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pra quê a pedagogia na vida duma pessoa sã??? &lt;br /&gt;métodos 'fitoterápico' heterodoxos no geralzão, são muito mais  eficientes que qualquer paulo freire de merda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;claudia leite é que tem razão. uh.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-5699251965335592692?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/5699251965335592692/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=5699251965335592692&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/5699251965335592692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/5699251965335592692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2010/04/historia-mesozoica-invencionista-e.html' title='História mesozóica, invencionista e venérea de degradação, psicopatia e patinação. - cap 12'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-7817667816388188505</id><published>2009-02-20T04:27:00.000-08:00</published><updated>2009-02-26T04:58:59.165-08:00</updated><title type='text'>História atarantada, tórrida e aterrorizante de enlaces, injúrias e disparidades – capítulo 11</title><content type='html'>Se num dia de glamour e show-bizz eu topo com Maria das Graças Meneguel, vulgo imperatriz dos anões [ pq depois de maísa, baixinho é baixinho, anão é anão], numa entrevista pingue-pongue e preciso regurgitar uma única palavra pra resumir minha infância, eu certamente escolheria ‘intempestividade’, amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que grumete seja um lindo verbete, minha primeira infância é isso aí minha gente. É pé no asfalto quente. É cão adolescil querendo ganhar o mundo sem a mãe, é murro na cara, é o destino bulindo comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num momento de reflexão fecal me sobreveio o questionamento: que faria eu, por volta dos 11 anos, intentando contra a própria vida em busca dum cão fugido? Quero dizer; que é que me impulsiona? Que é que me motiva?&lt;br /&gt;Depois de muita lucubração [e de me limpar], encontro uma resposta.&lt;br /&gt;boçalidade, imbecilidade, amebíase e o adorno dessa vida: o amor. [são estados de espírito que raramente se desvencilham]&lt;br /&gt;E essa loquacidade inteira aqui, caríssimo, só se faz cabalmente necessária para que se compreenda o que vem a seguir – um ato estúpido, justificado tão somente pelo amor [e pela forte influência de chiquititas e carrossel]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhe:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um sorriso medíocre eivado de um lirismo contido, o que num universo menos paroquial a gente chama [quando se transpassa tanto o conceito de dor somado à vergonha] de zona neutra, de estado de choque, enfim. Assim, me vi descabelada no meio da rua com os pés semi-desprovidos de solado, arruinada como mãe e como autoridade em se tratando de disciplina. [repare na complexidade situacional enfrentada precocemente por uma ingênua unidade de criança].&lt;br /&gt;Um exemplar aleatório de infanto-juvenil normal xinga, fala palavrão, chora, chama a mãe, finge desmaio, desmaia de verdade, chama o SIATE.&lt;br /&gt;Eu? Eu pego Pingo. Embalo nos braços feito bebê, dou tapinha no focinho de leve, deixo que me babe a bochecha toda, largo a bicicleta caída à beira do caminho e invoco no íntimo os 50% de gene nordestino que me foram cedidos por papai para subir de joelhos a Euclides Saladini do 911 até o 178, número da minha casa, feito pagador de promessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer humanóide que já tenha visto Esqueceram de Mim 1 e 2 é capaz de tornar-se adjacente desse meu sentimento materno: o anular atos de rebeldia mediante situação de risco.&lt;br /&gt;Ainda que seu rebento cheio de hormônios saltitantes tenha transgredido todas as regras, o medo de perde-lo se sobrepõe.&lt;br /&gt;É a maturidade batendo à minha porta. Aos onze, a porta-voz desse relato de disparidades já se encontra pronta para ser mãe. Veja você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, gostaria de instaurar neste momento, uma ala para reflexão, já que chegamos ao fim dessa pauta e em breve voltaremos às peripécias dos 6 anos.&lt;br /&gt;Sua mãe já te carregou nos braços, ajoelhada no asfalto quente, ao longo de 300 metros de caminhada? Já? Hein? Não? Não estaria na hora de repensar o SEU relacionamento familiar? Em caso de não haver mãe por morte ou abandono, favor desconsiderar 3 sentenças anteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No portão de casa me foi prestado socorro por mamãe, e assistência psicológica para o cão por layane, minha irmã caçula que com apenas 3 anos vividos já identificava-se em muito com Pingo, afinal os dois tinham até então QI de cachorro e mal conseguiam travar comunicação com o mundo exterior.&lt;br /&gt;É como dizem. Entre mortos e feridos, salvaram-se todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com os pés vermelhos mergulhados em mercúrio/ mertiolate, levo mais uma lição pra vida: homem é homem, menino é menino, macaco é macaco e criança não tem filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capítulo 12 sendo concebido, amigos. Aguardem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-7817667816388188505?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/7817667816388188505/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=7817667816388188505&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/7817667816388188505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/7817667816388188505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2009/02/historia-atarantada-torrida-e.html' title='História atarantada, tórrida e aterrorizante de enlaces, injúrias e disparidades – capítulo 11'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-3893558219839754581</id><published>2009-02-12T05:53:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T08:06:26.908-08:00</updated><title type='text'>história fatídica, fatal e nada fictícia de engodo, insuficiência renal e amputações - capítulo 10</title><content type='html'>queria eu alcançar o SEU pensamento, afoito leitor, que solidariza sempre com meus adereços sentimentais e surtos psico-narcótico-alcoolico-hemorróidicos de desaparecer e deixar de contar o ocorrido com pobre pingo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E você, amigo que por algum motivo sobrenatural ainda não conhecia o presente relato auto-biográfico, e concomitantemente não sabe do que é que eu ando falando, estávamos numa séria alucinaaante sobre a minha malfadada infância.&lt;br /&gt;E no capítulo anterior....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pingo correu ladeira abaixo num desenfreio sem fim e na desolação maternal eu procurei qualquer maneira rápida de alcançar o canino patatal [de patas, né?] descambando pras quadras descendo, descendo, descendo...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Narrava a empreitada em que me meti em busca de meu poodle juvenil descendo a rua sem saber voltar pra casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso ainda haja resquício de dúvida dá pré reler o último panfletinho de criança que eu fiz: http://tschh.blogspot.com/2008/05/histria-elptica.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correto, comadres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda no frisson da ação, voltemos a visualizar minha montaria rosa sem freio e pingo distante 300 metros à frente numa ladeira sem fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vá lá. Atine seus instintos. Que é que se faz quando se galopa uma mountain bike sem freio? Corretíssimo! Metemos os pés no chão para friccionar a camada de pele contra o asfalto e fazer o veículo estacionar. Seria maravilhoso se pele não fosse corpo e asfalto não fosse piche, não é mesmo minha gente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrementes, não há como saber o motivo, mas minha força da imaginação não foi suficientemente forte pra fazer do piche algodão doce e eu ferrei com meu pé até o talo esfregando-o no chão, em alta velocidade, pra frear aquela porcaria de bicicleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se você pensou carne viva acertou, McCoy. Carne viva foi o que permeou meu pequeno pisante desde o dedão até o calcanhar.&lt;br /&gt;Pero, rebobinemos até o momento de tensão em que não havia mais para onde ir com o alazão, para indivíduos que talvez pensem agora ‘meldels como é burra’. Porr#!! (esse ainda é um blog de filha de pastor), que pooorr$%. Era frear ou morrer, filho. Era frear ou cagar na calça, irmão. Era frear ou estuprar nariz, colega. Avalie você.&lt;br /&gt;Avalie e reflita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã eu conto o que acontecerá com o jovem pingo corredor pq hoje não ta fluindo, migux4da.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-3893558219839754581?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/3893558219839754581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=3893558219839754581&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/3893558219839754581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/3893558219839754581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2009/02/historia-fatidica-fatal-e-nada-ficticia.html' title='história fatídica, fatal e nada fictícia de engodo, insuficiência renal e amputações - capítulo 10'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-5610557767450636597</id><published>2008-10-24T06:49:00.000-07:00</published><updated>2008-10-24T08:59:15.737-07:00</updated><title type='text'>curitimbetando</title><content type='html'>Anelando os prazeres da carne, larguei londrina e apareci em curitiba sem emprego, com um baita sono e cheia de perguntas pra fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de quando em quando acho de grande valia discorrer em pequenas frasetitas sobre princípio meio e fim da empreitada em que me enfiei, por assim dizer, num surto sabe-se lá se de coragem ou extrema covardia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por hora, conto do ônibus da melhor idade em que me colocaram, cheio de gente calva tossindo feito cão e da carta mais linda do mundiverso que a cindy me deu.&lt;br /&gt;é desinteressante pra você, amigo que lê, mas é válido e relevantessíssimo pra mim, viu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;há que se permear os relatos com o tom poético das expectativas que alimento[ava].&lt;br /&gt;me imaginei chacoteada pelos polacos daqui, maltratada por porcos curitibanos, fisicamente deformada pelo frio, emocionalmente amputada pela solidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;obviamente pude pedir informações à torto e direito sem retalhação/chacoteamento, aqui tá um calor esgraçado, e curitibanos não são porcos nem tão polacos. ainda amputada pela solidão, creio que numa brevidade inimaginável alguém vai querer me contratar pra dar fim ao escárnio da ansiedade que me envolve os sonhos, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;aqui os crentes são mais crentes, as loiras são mais loiras, os gays são menos gays, e o caldo de cana tem mais espuma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a gente precisa considerar o curto período que eu tive pra elaborar todas essas impressões maldosas e taxativas, poh.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nem prometo regresso ou continuidade imediata já que eu nunca consigo cumprir, né? portanto, dia desses eu venho gorfar mais dessas preconceituosas e parciais impressões.&lt;br /&gt;uhuuul.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-5610557767450636597?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/5610557767450636597/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=5610557767450636597&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/5610557767450636597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/5610557767450636597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2008/10/curitimbetando.html' title='curitimbetando'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-6902478284956333541</id><published>2008-05-15T15:13:00.000-07:00</published><updated>2009-02-16T08:05:42.947-08:00</updated><title type='text'>História elíptica, cansativa e confusa de abandono, terror emasculado e chulo - capítulo 9</title><content type='html'>Pandemônio do cão essa coisa do cão que levava vida de cão resolver por conta dar cabo da rotina e ganhar o mundo deixando aos lamentos aquela que lhe deu lar no melhor estilo anarquista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto afrancesava o bichinho não havia modus operandi de sacar qualé que era a do animal rebelde. Não me atentei aos símbolos recorrentes, né? Mudança de comportamento a gente logo pensa que é droga. Vi que o filho tava bem bonzinho, sem seqüela nem variação, aí não dei bola.&lt;br /&gt;Retomada a aclimação do enredo, retomemos também a imagética da coisa aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pingo correu ladeira abaixo num desenfreio sem fim e na desolação maternal eu procurei qualquer maneira rápida de alcançar o canino patatal [de patas, né?] descambando pras quadras descendo, descendo, descendo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele momento o instinto de mãe me tomou feito espírito ruim em caboclo chei d’alccol e dei jeito de seqüestrar a primeira montaria que meus olhos alcançaram. A biclicretinha rosa que o vô deu faz tempo.&lt;br /&gt;No alazão do resgate fui buscar o rebento perdido tão afoita que não atentei para detalhes práticos envolvendo freios e tal...&lt;br /&gt;O vento bagunçando a cabeleira me fez imaginar por alto que em breve poderia segurar novamente em meus braços aquele emaranhado de pêlo ensebado considerando a velocidade da bicicretinha.&lt;br /&gt;E foi aí que a empreitada cavalaresca e medievo-californiano-ecológico-antiguerra-do-vietnã mixou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passados 5 anos de inaugurado, o freio cismou de funcionar tão bem quanto o SUS. Pingo já tinha ficado uns 300 metros pra trás e a parte do bairro que servia de cenário pro tuts-tuts de perseguição eu nem reconhecia mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tá. tou cansada. conto mais amanhã.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-6902478284956333541?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/6902478284956333541/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=6902478284956333541&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/6902478284956333541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/6902478284956333541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2008/05/histria-elptica.html' title='História elíptica, cansativa e confusa de abandono, terror emasculado e chulo - capítulo 9'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-8846730826407287003</id><published>2008-05-06T05:43:00.000-07:00</published><updated>2009-02-16T08:04:27.650-08:00</updated><title type='text'>História inebriante de lamúria, despudor, violência, engano e assassinatos - capítulo 8</title><content type='html'>&lt;p&gt;A série de pilhérias infantis anda me rendendo bons remembers - péssima desenvoltura no ambiente paternal depois das denúncias de despotismo, é verdade, mas a inacreditável habilidade de fazer forcinha e lembrar é compensadora.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Não que James Taylor tenha qualquer referência músico-familiar pra ser trilha de enredo caseiro, mas o significante da sentença que a criatura entoa musicando por aí diz muito do que pode embalar circunstâncias tensas.&lt;br /&gt;Dá pra circunstanciar facilitando o entendimento, né? Certo. É feito quando a gente acerta! Mas acerta mesmo! Sabe? Toma a decisão certa, ganha qualquer coisa num bingo, chega cego em casa, faz aqueeeeela faxina de dar brio no ego da mãe, na escala progênita não tem validade; é o mesmo que um nada bem grandão. pois bem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Nessas horas, James Taylor poderia abrir a porta da frente e cantar ‘i want to stop and say thank you’ pra catalisar uns bons fluidos de amor, né? Também acho.&lt;br /&gt;Enfim. Choradas as pitangas, bóra relatar os fatos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Nem tudo são flores numa rotina infanto-juvenil envolvendo ruas e cães. Um pouco mais maturada pela vida e pelas experiências protagonizadas, pude receber do clero paternal a oportunidade de treinar meus dotes cuidativos [é. de cuidado, saca?] com um cão.&lt;br /&gt;Depois de uma overdose de sessão da tarde, resolvi batizá-lo Pingo. Um pobre cãozinho sofredor. Macho e poodle, né? Maior preconceito. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Éramos felizes.&lt;br /&gt;Vivíamos numa redoma de amor, felicidade e brincadeiras infantis que Pingo adorava. Apesar de toda a masculinidade com que um cão bem macho com pintinho pode ser dotado, o mascote retumbava de satisfação com os vestidos de boneca que lhe serviam melhor que se fossem confeccionados sob medida. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;As patinhas traseiras sustentavam o rebolado e as dianteiras seguravam minhas mãozinhas para ajudar nos saltos ao som de qualquer axé. Momento família, né?&lt;br /&gt;Minhas receitas com terra e grama compunham sua refeição preferida. Apesar de relutar enquanto eu inseria a mistura na boca cheia de dentinhos novos, não mantinha segredo quanto ao prazer de apreciar a comidinha da mamãe. Lágrimas nos olhos e tudo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Ah, o adolescer. Fase em que os hormônios renegam o ambiente familiar. Nesse momento quis usar de disciplina mais ferrenha, mas meu coração de mãe não suportaria esfregar focinho em jornal e aquela coisa toda de educação para cães.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Então, num fim de tarde nublado, guiada pelo aperto angustiante que me acometeu , saí da hipnose televisiva e fui acompanhar pingo em suas brincadeiras. Carregava um vestidinho rosa numa mão e um punhado de terra na outra, quando, no quintal, pude topar com a verdade nua e crua: PINGO FUGIU.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;continua.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[mérito pro garbo trovador que viu numa 'mãe' a 'mão' em potencial]&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-8846730826407287003?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/8846730826407287003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=8846730826407287003&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/8846730826407287003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/8846730826407287003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2008/05/histria-inebriante-de-lamria-despudor.html' title='História inebriante de lamúria, despudor, violência, engano e assassinatos - capítulo 8'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-7917739794764568343</id><published>2008-04-29T13:45:00.000-07:00</published><updated>2009-02-16T08:03:25.834-08:00</updated><title type='text'>História de enredo diabólico, pueril e estafaaante de amor e ódio - capítulo 7</title><content type='html'>Em 1992 faltava um bom tanto pra alcançar os 1,50m que me compõem atualmente, o que justifica o insucesso estratégico de correr quando me vi cercada por uns 4 pares de pernas maiores que as minhas. [contaria 5 mas imagino que a invalidez a essa altura já batia à porta da gêmea caída.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;senti a mão de Deus pesaaando sobre mim. Oh, sim amigo/irmão. tão jovem, já pude sentir a iiira celestial caindo sobre o meu cabelo desgrenhado, com os olhos serrados pela culpa e pela dor que carregaria até que a morte me sobreviesse. Sneti no ombro direito a mão pesaaada, calejaada, peluda e meio marrom (?) desvio de memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;apesar de mentalizar nos momentos de tensão a figura divina com as feições do morgan freeman a mão peludona era do meu pai e num tempo record de 2min36segs já tava sambando na minha bunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;na roda do constrangimento eu sambei. sambei largada rodando até o chão na lambada do pastor por ter inserido fator novo na rotina boring da vida da gêmea semi-morta na chon*&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-7917739794764568343?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/7917739794764568343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=7917739794764568343&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/7917739794764568343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/7917739794764568343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2008/04/cont-do-enredo-diablico-pueril-e.html' title='História de enredo diabólico, pueril e estafaaante de amor e ódio - capítulo 7'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-8204874548285544711</id><published>2008-04-24T19:38:00.000-07:00</published><updated>2008-04-24T20:13:15.196-07:00</updated><title type='text'>História de rancor, emulações, prostituição e crimes - capítulo 6</title><content type='html'>Coisa feia é deixar quem lê num vácuo quando dá branco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve haver jeito de entreter quem acompanha os capítulos ainda que não haja fiozinho desses de inspiração pra relatos, ou que me tome a maior inércia verbal. Num episódio em que há leitor pro conteúdo e a gente larga mão, quando volta é bom vir com desculpa boa. Dessas que não dá pra não menear a cabeça em concordância sem titubeio, tomado de dó. Tou sem nenhuma agora.&lt;br /&gt;Aí é que dou saltinhos, tamanha a vangloria do tormentoso talento de afugentar leitor, logo, de inescusável, me absolvo e passo a ser novamente a imperatriz dos contos de amor, intriga, sangue, ódio, ciúme e aquela parafernália toda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambientada num enredo anabatista em essência e livre da concupiscência torpe, não haveria jeito de tecer maldadezinhas sobre a educação com que fui aveludada. Nesse espírito, mancomunei-me com a melhor das intenções e resolvi apregoar a alegria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num gesto encantador de altruísmo duas jovenzinhas espalhavam cera vermelha sobre o chão da igreja pastoreada pelo pai em 1992. Morávamos numa espécie de apartamento sobre a Igreja e aprendi a dedicar as tardes na magnífica arte de apreciar o enceramento do chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das moças tinha lá suas cinqüenta primaveras e a outra também. Gêmeas idênticas, né? Idênticas em arquétipo, ossada, emulações e inconveniências.&lt;br /&gt;E para dar fim ao marasmo colossal instaurado no ambiente batismal, resolvi apregoar alegria brincando de esconder com as tias da limpeza. Acha improvável que tias de limpeza depois do meio século de vida? É só não contar. Eu escondo, elas enceram, eu grito, elas morrem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo. Numa avaliação mais minuciosa, perceberemos que na real, eu não gritaria. A mãe ia notar, né? De fato, não dá pra chamar tanque batismal de esconderijo e das duas, só uma tá morta [ e não foi minha responsabilidade de acordo com a perícia ].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, acometida dos fluidos de bondade com que fui criada, achei por bem tornar o clima de trabalho das velhinhas mais agitado. Escondida no batistério, berrei qualquer coisa do naipe de ‘ÁIJESUSMARIAJOSÉLADRÃOENTRANDO’. Trambolho de encerar prum lado, gêmea 1 pro outro, gêmea 2 na chon.*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei: ‘caraleas! Funciona. Tão regorgitando de felicidaaaade. Olha lá a carinha das bichinhas.’&lt;br /&gt;Era puro blefe. Vê só! Tavam armando pra mim! Mais dia menos dia o pai chamou na chincha, sabe? Aí eu conto amanhã. Tá tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;hihih&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-8204874548285544711?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/8204874548285544711/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=8204874548285544711&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/8204874548285544711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/8204874548285544711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2008/04/histria-de-rancor-emulaes-prostituio-e.html' title='História de rancor, emulações, prostituição e crimes - capítulo 6'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-6642017622191322807</id><published>2008-03-15T11:26:00.000-07:00</published><updated>2008-03-15T11:38:06.590-07:00</updated><title type='text'>História de aventura e peripécias dramatúrgico-interpretativo-paulatino-paliativas - capítulo 5</title><content type='html'>&lt;p&gt;A dúbia mentira tornou-me duplamente mascarada. Vassala em casa e víbora na escola. Aquilo de ser malandra tava me incomodando, sabe? Achava bonito ser Nice Guy tipo o Jackie Chan. Não sei se pra sorte ou azar a situação seria mais lacônica do que eu havia calculado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Evoco agora seu espírito crítico, amigo, para uma breve avaliação do malfadado ensino público. De acordo com as diretrizes comuns dum determinado grupo social, é passível de compreensão que a trupe promova reuniões para acertar seus meandros e pormenores. Certo? Ta legal. Até aqui tudo bem. Substituindo 'determinado grupo social' por pais e mestres, temos uma reunião de escola. All right. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O que é que se deve tratar num aglomerado de gente de meia idade, todos com algum índice de miopia e com semblante abatido, contendo especificamente pais e professores? A última sacada fenomenal do atual regente da pátria? Os inauditos acontecimentos de Maria Mercedes? O fabuloso destino de Amelie Poulain? O que rolou na última festa no BBB? Obviamente todos vão concordar que em reunião de conselho trata-se de assunto do conselho. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Num surto de rebeldia, burlando todas as regras sociais citadas acima e desvirtuando a pauta educacional que deveria ser o objetivo de uma dessas reuniões na minha escola, minha mãe, tomada de simpatia dirigi-se à gorda loira. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A professora, por sua vez, entregou-se por completo ao sentimento de compaixão mais cristiânico já identificado, arqueou as sobrancelhas e franziu-as num singelo quê de 'óóun' fazendo dupla com o sorriso e como num daqueles jograis de natal, as duas formam um coro em uníssono para perguntar simultaneamente: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;- e a perna? &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Putaqueopariu. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Que é que tinha de perguntar do inferno da perna? A pergunta deveria ser sobre o meu desempenho escolar, sobre minhas idas frenéticas ao banheiro, sobre a minha prova fracassada, meu caderno incompleto, minhas perguntas inoportunas na aula, meu péssimo hábito de cuspir nos transeuntes nos momentos de recreação... que é que tem que perguntar da porcaria da perna? Olha pra ela. Ta boa? Ótimo. Ta sem gesso, então é porque ta boa. Acione o bom senso que há em você, caramba. Maior falta de delicadeza. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;E foi exatamente pela ausência de tato de ambas as partes que me ferrei grandão. Enquanto a trama se desenrolava no salão maior, perto dali estava eu. Ingenuamente instalada na minha carteira desprivilegiada. A segunda da fila do meio. Sentia os perdigotos da educadora infantil tocando minha pele, como fossem respingos de algum ácido. Infelizmente não nasci tão sensitiva. Torci para que, caso fosse desmascarada, uma fisgada no peito me avisasse como nas novelas. Não funcionou. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Depois de esclarecidas as versões, ganhei carona pra casa e se trocamos 3 frases inteiras no caminho foram muitas. Conheci então mais uma mutação de reação familiar. A perplexidade paterna. É quando você transcende as expectativas na categoria 'decepcionar a progenitude'.&lt;br /&gt;Meu pai, do alto da sua sapiência pastoral jamais poderia conceber tal ato de devassidão da criatura mais precoce na cristandade e o escambal. E o castigo seria ortodoxo. Não castigar.&lt;br /&gt;Portador da maestria nos flagelos infantis, meu pai optou por discursar horas a fio sobre índole, caráter e boas maneiras. Uó. em breve, muito breve [dessa vez eu juro. breve mesmo] os detalhes da tese de valores do pai e a próxima desventura contendo sabão, coluna e batistério.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ahá!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-6642017622191322807?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/6642017622191322807/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=6642017622191322807&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/6642017622191322807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/6642017622191322807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2008/03/histria-de-aventura-e-peripcias.html' title='História de aventura e peripécias dramatúrgico-interpretativo-paulatino-paliativas - capítulo 5'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-8032124449445371580</id><published>2008-03-02T11:08:00.000-08:00</published><updated>2008-03-03T12:54:26.064-08:00</updated><title type='text'>história muito, muito, muito dramática de luxúria, revelações surpreendentes e traição - capítulo 4</title><content type='html'>&lt;p&gt;Conhecendo as mazelas da infância por empirismo, soube que tão logo viria algum castigo. Anote. Depois de uma tarde de extrema satisfação tendo 4 horas ininterruptas de espasmos emocionais com novelas do sbt, crianças sempre recebem punição. A minha, como a maioria massiva dos elementos nessa história, deu-se com certo retardo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O prejuízo causado por imbuir cristianismo logo cedo na vida da gente é aquela porcaria de consciência que lateja com qualquer pequeno deslize, como inventar um dramalhão na segunda série do fundamental. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A efemeridade dos prazeres carnais [novela de tarde + leite com nescau até inchar] deu lugar ao processo ridicularizador da culpa. dormi pensando que talvez fosse menos grotesco, mais inteligente e muito mais apelativo ter dito a verdade, mas... convenhamos isso de contar a verdade só atrapalha o desempenho infanto-juvenil dos dotes dramatúrgicos, e se você que enquanto passa os olhos na minha ficha criminal precoce desdenha da imensa responsabilidade de carregar sobre si a professora manca, eu gostaria de trazer à memória do leitor as raízes nordestinizadas e acariocadas do meu lar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contar e se ferrar seria tão natural quanto comer e cagar, beber e mijar, bater e correr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época, meus oito anos de experiência com pais me apontaram 'mentir' em lugar de contar a porcaria da verdade depois de reproduzir a cena mentalmente. Me auto-delatar confessando que me faltou coragem pra bater no portão e entrar na aula seria o mesmo que assinar com digital de dedão um atestado de asnice. Como é que eu ia explicar que metade de mim foi suficientemente rápida pra chegar primeiro na porr# do óvulo e, oito anos depois, suficientemente lerda pra não bater na porcaria do portão da escola e entrar? Eu fiz a coisa certa. Mentira justificada, a gente segue com a narrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo. Depois de entrar em êxtase com Maria Celeste e similares – a Paola Bratcho ainda não tinha gravado a usurpadora e a Thalia era a Maria Mercedes - inaugurei minhas muitas noites insones pensando no conto do vigário que eu vendi pra minha velha e desgraça da consciência pesou tanto que não sobrou espaço pra conceber a interpretação pro dia seguinte. Obviamente a intrometida da professorinha ia me botar na inquisição sobre a falta no dia anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi bate-pronto. Tudo no improviso. Sinal bate, dedo no nariz, meleca no cabelo da Taís, suco da merenda vazando, o coro ‘quatro-olhos’ me acompanhando até a sala. Escalei os degraus até a classe da segunda série do jeitinho que tá no registro de nascimento. Branca de medo até os mamilos. Decidi. Se meus pais foram privados da verdade, não era praquela gorda loira que eu ia contar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lilian Soares... ?&lt;br /&gt;- presente.&lt;br /&gt;- faltou ontem?&lt;br /&gt;[não. não faltei. me promoveram. agora sou orientadora, mula]&lt;br /&gt;- hunrum...&lt;br /&gt;- o que aconteceu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa lasca de segundo vi o dedo do meu pai no meu nariz contando sobre como a baleia mastigou o Jonas fujão e a mulher de Ló que virou estátua de sal, aquela vagaba. [vide bíblia. desobediente/mentiroso/covarde se ferra.] Tudo um bando de safado da pior categoria. Eu ia me ferrar. Eu ia me ferrar. Ferrei-me grandão. Tava completamente fodi$%#@.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- eu tava saindo de casa ontem, bem prontinha pra vir, aí veio um caminhãobemgrande e atropelouapobredaminha mãe. [assim tudo junto mesmo. Foi um gorfo]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dava pra inventar elementos diferentes então eu fiz uso dos que compartilhei com a mãe sobre a professora. As duas com a perna direita engessada por terem sido cruelmente atropeladas. Quando me dei conta, outra baita mentira já tinha saltado da minha lingüinha ferina e Deus tava fazendo tsc tsc pra mim. Chorei num soluço tresloucado de quem carrega culpa pela primeira vez – não que eu nunca tivesse traquinado antes. A novidade era a culpa, saca? O choro era de um remorso quase tão porco quanto o de Judas, mas no contexto, a gurizada e a professora seqüelada assistiram o evento como quem vê uma Chiquitita contando suas histórias de órfã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me dei bem. Alento, fama, condolências, perguntas, atenção, lanche extra, giz colorido e a trégua dos coristas no entoar de rimas sobre os meus óculos.&lt;br /&gt;Cheguei em casa toda raposa: “vou deixar um dente apodrecer, comprar anéis dourados com pedras grandes, um chapéu de gafieira, usar camisa de chita meio aberta no peito e virar malandro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria mesmo é que o Zé de Alencar tivesse escrito minha história. A gente parava por aí, eu virava atriz e morria rica nos braços no Johnny Deep. morria não. Era transladada.&lt;br /&gt;Mas a tendência do cinema agora é todo mundo brocha e mal-amado no fim - no naipe do Martin Scorcese ferrando até o DiCaprio pra algum filho da mãe dar Oscar pros infiltrados - eu tava por cima da carne seca na contagem regressiva pra quebrar a cara.&lt;br /&gt;E é claro que vai ser preciso esperar até a próxima semana pra saber como foi que eu me estrepei dessa vez. Post grande brocha leitor e eu certamente vou precisar de uns 965.427.635 caracteres pra relatar o  fim do infortúnio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;abRrá.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-8032124449445371580?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/8032124449445371580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=8032124449445371580&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/8032124449445371580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/8032124449445371580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2008/03/histria-muito-muito-muito-dramtica-de.html' title='história muito, muito, muito dramática de luxúria, revelações surpreendentes e traição - capítulo 4'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-7847112677760407668</id><published>2008-02-27T12:13:00.001-08:00</published><updated>2008-03-03T12:46:33.823-08:00</updated><title type='text'>história fantástica de intrigas, amor e paixão – capítulo 3</title><content type='html'>Obviamente, depois do dito episódio as coisas mudaram um pouco no tocante às recomendações e a variedade de castigos/corretivos aumentou significativamente. Não satisfeitos com o flagelo físico, meus pais optaram por aderir à moda do sacramento da dor emocional.&lt;br /&gt;Consiste em ameaçar o unigênito com a primogenitude. Sacou? Deixar de ser o único pra ser o mais velho.&lt;br /&gt;A Usurpadora [vulgo ‘irmã caçula’] conferiu ao nosso lar doses diárias de discórdia e maledicências, munida sempre de habilidades muito competentes: mijar, cagar, gritar. Nesse ínterim eu já tinha desenvolvido no mínimo uns 7 métodos diferentes pra me estrepar na escola e em casa com a língua grande e a cara de fuinha. Minhas réstias de atenção ameaçadas por um feto gritavam por socorro. Foi então que o oráculo infantil chamado Xuxa Meneguel me deu uma luz [eu sempre soube que ‘lua de cristal me deixaria seqüelas por toda vida, mas quis assistir].&lt;br /&gt;Tá legal. Não foi nada premeditado já que aos oito anos eu ainda achava que a vovó Mafalda era mulher. Não tinha QI pra arquitetar planinhos malignos maléficos do mal como o que rendeu uns milhões pro Macaulay Culkin em The Good Sun.&lt;br /&gt;O relevante é que a coisa funcionou. Anote aí. Você vai precisar de:&lt;br /&gt;1 - Professora com disfunção cerebral mínima – uma unidade;&lt;br /&gt;2 - Uns 0,98% de credibilidade com os pais;&lt;br /&gt;3 - Dom interpretativo infantil – duas unidades;&lt;br /&gt;4 - Um “porta-consciência” para esconder a bichinha de si quando for necessário;&lt;br /&gt;5 - Tesoura sem ponta;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-aventurado o pai que matricula filho hiperativo em escola presbiteriana. Eu já cursava a segunda série no Reverendo Jonas Dias Martins quando aconteceu pela primeira vez. Tudo bem que depois de certo tempo a gente pega gosto pela coisa e não há como evitar, mas o prazer sobrenatural de cometer tal ato não tira o fardo que se carrega quando a primeira vez é a sua. Aos oito anos ninguém pode estar psiquicamente preparado, mas aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei atrasada na escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigo eleitor, eu, 10 anos distante da maioridade, já enfrentava a dura vida dos coletivos pela cidade. Saí da porr$% da casa da amiguinha atrasada e cheguei depois do ritual macabro em que se fecham os portões de aço e cobre e granito da porr#$ da escola porque o ônibus também não ajudou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num desalento na frente da escola na beira da calçada me pus a chorar por ter chegado depois do sinal e em menos de 7 minutos a minha tenra face já se tingia de pecado. Sem coragem para bater no portão e dar de cara com a Marlene que me conduziria até a cadeira mal estofada da diretora pra levar o sabão, me vi no caminho de volta pra casa maquinando o que seria a minha primeira manifestação teatral pública.&lt;br /&gt;- que é que você faz tão cedo em casa, lilinha?&lt;br /&gt;- a professoraTatianaquebrouaperna. [olhos saltados simulando um semi-espanto]&lt;br /&gt;- nããão. Sério?&lt;br /&gt;- éééééé!&lt;br /&gt;- nãããão. Jura?&lt;br /&gt;- éééééé! Que coisa, não? – acrescentei num ar meio lúgubre [okay. O mais lúgubre que uma criança semi-alfabetizada poderia simular].&lt;br /&gt;Notando os segundos de descrença me desfiz em pranto pela pobre professora estatelada no chão beeem na minha frente enquanto eu entrava no colégio e as aulas todas foram suspensas e foi um carro preto com um cara gordo que esmagou todos os ossinhos daquela perna roliça e pegou de cheio a direita dela e ela desmaiou na hora e tiveram que chamar a emergência e o gordo fugiu e ela ligou pra polícia e bla bla bla bla bla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pronto.&lt;br /&gt;Por hora, a fase A do plano B ‘havia sido’ consumada com sucesso. A lorota malfadada colou e eu passei o resto do dia vendo TV. Porém... na manhã seguinte...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;To be continued.&lt;br /&gt;Rrá!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-7847112677760407668?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/7847112677760407668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=7847112677760407668&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/7847112677760407668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/7847112677760407668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2008/02/histria-fantstica-de-intrigas-amor-e.html' title='história fantástica de intrigas, amor e paixão – capítulo 3'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-4427994232256596181</id><published>2008-02-20T09:14:00.000-08:00</published><updated>2008-03-03T12:41:31.984-08:00</updated><title type='text'>história bem maravilhosamente permeada de sangue, conflitos e final absurdamente feliz - capítulo 2</title><content type='html'>Meter-se a lançar pretenso best-seller para fazer boa figura entre as anormalidades literárias é besteira. Quando o mentor intelectual da farsa ainda é calouro nas esquizofrenias autobiográficas é besteira suicida. Quer ver piorar? é só contar para os dois ou três leitores nas últimas linhas do prólogo que aquela propaganda do subtítulo é pegadinha do malandro. Enfim, agora que as coisas já estão às claras e já se sabe que a história de amor e aquela firula toda era atrativo para atrair leitor de saga, não sobra alternativa senão prosseguir. Seria a única opção não fosse nobreza daquela que concebeu o título sobre história de amor e bla, bla, bla. Prometo permear a infeliz desventura do rebento (eu) com a fantástica fábula surreal do romance entre quem deu o ponta-pé inicial nessa coisa toda (meus pais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa retomada ignorante do primeiro capítulo, a temática era o período pré-alfabeto. No tempo em que ser dona-proprietária de cabelo desgrenhado, óculos com a cara da Mônica nas astes e unhas roídas fazia de mim alguém extremamente especial [apenas para adultos, obviamente] eu descobri premissas pra vida:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. falar bastante faz você parecer autoconfiante se souber fingir bem;&lt;br /&gt;2. falar bastante faz com que você realmente acredite que tem domínio da situação [incluindo idas à orientação na escola, esquiva de castigo, papos de velhotas e papos de igreja];&lt;br /&gt;3. falar bastante faz você parecer mais inteligente se conseguir concentrar todo o palavrório em cinco minutos [mesmo que seja um discurso de meia hora]. é só articular bem as palavras;&lt;br /&gt;4. falar bastante também pode te fazer parecer bem idiota;&lt;br /&gt;5. falar bastante te obriga a permanecer depois das aulas de castigo atrás da porta;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1989 acolheu minhas primeiras punições por querer parecer esperta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagino que tenha sido num momento desses de ternura entre pais e filhos - desses em que a gente perde um pouco o raciocínio lógico e acha que coisas como levar criança pra jantar de adulto num ambiente sem criança funcionam - foi que os meus optaram por não me deixar vendo televisão com alguém enquanto jantavam na casa de velhos amigos. Eu fui junto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;uma das vantagens de crescer num lar cristão é o desenvolvimento de habilidades cristiânicas como o amor. Foi o amor que me moveu a pensar em fazer valer aquela oportunidade de mostrar para a minha mãe e seu cabelo de Sebastião da época que eu poderia freqüentar as reuniões de adultos sem problemas. Nas roupas eu não pude influenciar muito e fui vestida de bolo mesmo, mas o que importa é o conteúdo, rapaziada. Levei um livro de anedotas do Ziraldo e minhas melhores frases de efeito para entrar no contexto quando fosse necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era tanta confiança no pequeno prodígio aqui que eu nem me lembro de ter ouvido recomendações como 'não fale de boca cheia', 'não é permitido comentar as idas ao banheiro', 'peido, pum, arroto, virar os olhos. banidos'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi necessário. Nessa noite eu me comportaria como uma daquelas crianças encantadoras moldadas e aperfeiçoadas por gente do naipe de Mary Poppins e Super Nanny.&lt;br /&gt;Na época eu completava meus seis primeiros anos e na empreitada literária há poucos meses, me interessei pela jocosidade dos trocadilhos e piadícas infames que eu nem entendia, mas provocar riso é sempre uma boa entre os adultos, né?&lt;br /&gt;Na mesa, pedi atenção da maneira mais polida, versátil e infantil. Gritando. Funcionou. Naquela de quem fala mais alto, quando a adultaiada começa a se exaltar e tudo acaba numa grande gargalhada eu quis entrar na disputa também e ganhei destaque.&lt;br /&gt;Com aquela feição de expectativa trocando olhares entre si que representavam alguma coisa parecida com “olha só que gracinha!” foi que aquele pessoal acompanhou a minha piadinha envolvendo elementos ingênuos como sorvete, saia e poste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais ou menos isso:&lt;br /&gt;- e aí, o joãozinho mandoua menina subir no poste e ela perguntou: ‘mas o sorvete ainda não mudou de sabor’ e ele disse: ‘aaah era só pra ver a sua calciiinha’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde então eu descobri que toda criança passa por uma espécie de trote familiar para entrar no universo adulto. O que os pais chamam de surra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-4427994232256596181?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/4427994232256596181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=4427994232256596181&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/4427994232256596181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/4427994232256596181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2008/02/histria-bem-maravilhosamente-permeada.html' title='história bem maravilhosamente permeada de sangue, conflitos e final absurdamente feliz - capítulo 2'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-6489087193767123187</id><published>2008-02-15T16:52:00.000-08:00</published><updated>2011-07-20T07:58:05.435-07:00</updated><title type='text'>história bem bonita de amor com final feliz - capítulo 1</title><content type='html'>o romance mais aguardado agora em fascículos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pancada das tramas literárias que tendem a virar trilogia-epopéia tem seu início, quando ainda em livro, com descrições de no mínimo duas orações sobre o clima [como se a porcaria da estação realmente ajudasse em alguma coisa no desenrolar do dramalhão que se segue]. Não consigo imaginar nem de perto a temperatura debaixo daquela vestidorama da minha mãe em outubro de 1984, quando meu pai conseguiu convencê-la a casar-se com ele. Pulamos a parte climática com a denúncia do local do enlace matrimonial. Rio de Janeiro, Duque de Caxias, em outubro [não que o mês vá alterar alguma coisa no imaginário de quem sabe como é que a coisa funciona naquele Rio de Janeiro cheio de mosquitos transmissores de doenças e mais quente que ferro de carvão].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer maneira, até o momento do altar de suor muita coisa aconteceu e é essa muita coisa que me proponho a transformar em prosa.&lt;br /&gt;Depois de muitos solavancos no pau-de-arara da vida, meu pai, piauiense, 29 anos, tendo cursado até o quarto ano do primário, deu de Don Juanar a carioca mais cheia de banca do meio batista. De flerte com o filho do pastor da Primeira Igreja, quase patrimônio histórico do Rio, figurando entre os donos da maior membresia do velho oeste com seus 600 componentes ativo-atuantes-participantes. Coisa de batista. Minha mãe e outras cocótas faziam a vez pela frente suntuosa do templo carioca quando o magricela do meu pai deu com os dedos na nariga arrebitada da dona minha madre e como nos filmécos da época disse “eu ainda vou namorar você, Mirian”. É claro que ele deve ter dito isso num surto psicótico suicida e ter saído correndo depois ou, como manda a cartilha soarina, deu uma gargalhada gutural e fingiu estar brincado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim, a estratagema furada funcionou e depois de um dramalhão que eu conto num outro dia, estamos de volta ao altar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando criança eu cismei que aquela horrorosa que levava as alianças nas fotos era eu, dando vazão aos primeiros sinais do que seria o triunfante complexo de inferioridade estética que nos acompanha até a adolescência. Como eu ainda apresento traços fortíssimos do comportamento adolescil [que certamente me acompanharão até os anos 80 do século 21], essa imbecilidade acaba por tornar-se fato relevante. Isso da feiosa do buquê ser eu. Tempos depois, aprendendo cálculos no Kumon, notei o quão improvável seria que aquele monstrengo das alianças fosse a mesma lilóca. O que não amenizou a decepção nos momentos de espelho em que eu decorava cada dobrinha roliça no meu braço gordinho aos 7 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A essa altura meu truque para engodar um possível leitor que ingressou na empreitada de engolir esse texto imaginando tratar-se da comovente história de amor dos meus pais já deixou de funcionar, não é? É a minha história. A-há! Te pegue-ei!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-6489087193767123187?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/6489087193767123187/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=6489087193767123187&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/6489087193767123187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/6489087193767123187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2008/02/histria-bem-bonita-de-amor-com-final.html' title='história bem bonita de amor com final feliz - capítulo 1'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-8760234361310148687</id><published>2008-01-21T04:23:00.000-08:00</published><updated>2008-01-30T10:58:00.522-08:00</updated><title type='text'>tribos urbanas</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/R5SPtefHKGI/AAAAAAAAAD0/x2yHi6yje4Q/s1600-h/cego.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157905484686501986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/R5SPtefHKGI/AAAAAAAAAD0/x2yHi6yje4Q/s400/cego.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sempre contando com a colaboração de grandes pensadores do século, Tribos Urbanas ressurge num golpe de mestre de O. de Paula, nosso cronista desta manhã! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Hoje, com os monitores B-HD (Braile - High Definition) e a mais nova revolução na comunicação, o Psy-Codigo-Morse, aqueles que não têm a habilidade de enxergar gente morta com muita freqüência [gente viva com menor freqüência...] são os componentes da malfadada tripo cegueta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tendo como caracteristica principal o Romantismo, são flagrados constantemente dividindo o mesmo fio de macarrão [até dar aquela bitoca ao molho] e o espetáculo se repete com um tabaco e chocolate... é a coisa'marrrlinda!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;São incrivelmente alergicos às substancias liberadas pelas pontinhas de borracha das bengalas*, mas são imunes ao daltonismo! não é legal?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sua inteligencia peculiar lhes conferiu descobrir que o azul que um não enxerga é o mesmo que o azul que o outro também não vê.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Também são imunes a piadinhas da infamidade; observe:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;1- Infame:&lt;br /&gt;Leia isso: [Não consigo ler nada]&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;não cego: - Não consigo le-rrr na-da. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Infame: - Então se aproxime e tente denovo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;não cego: - Ok, não consigo ler na-da. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;2- Infame: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Leia isso: [Não consigo ler nada]&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;acometido pela cegueira: - Não consigo ler nada! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Infame: - Então se aproxime e tente ler denovo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;acometido pela cegueira: -É cegueira, po! e não analfabetismo funcional.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;3- Infame moderno: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;- Leia isso aqui:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;[..'.''..''..'''..'''.']&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;acometido pela cegueira: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;- Não consigo ler nada. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Infame moderno: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Ok. Não quero parecer chato mas suas córneas anelares precisam ser operadas&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;*"tava no onibus;uma senhora grávida sentada e com o onibus já lotado entrou um velhinho com uma bengala e teve que ficar de pé. A bengala dele escorregava e ele quase caia; a grávida disse a ele:- se o senhor colocar uma borrachinha na ponta dessa bengala ela naum escorrega mais!o velhinho:- se o seu marido tivesse colocado uma borrachinha na ponta da dele eu tinha um lugar pra sentar!"&lt;br /&gt;ahahaahahahahahah&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-8760234361310148687?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/8760234361310148687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=8760234361310148687&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/8760234361310148687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/8760234361310148687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2008/01/tribos-urbanas.html' title='tribos urbanas'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/R5SPtefHKGI/AAAAAAAAAD0/x2yHi6yje4Q/s72-c/cego.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-5412665945961688420</id><published>2008-01-18T08:53:00.000-08:00</published><updated>2008-01-18T08:55:41.925-08:00</updated><title type='text'>ilustração</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/R5DZ7OfHKFI/AAAAAAAAADs/GXRy0xEPltA/s1600-h/feto.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156861184863316050" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/R5DZ7OfHKFI/AAAAAAAAADs/GXRy0xEPltA/s400/feto.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;                                     Feto xiita posto de castigo depois de tentativa de suicídio&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-5412665945961688420?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/5412665945961688420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=5412665945961688420&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/5412665945961688420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/5412665945961688420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2008/01/ilustrao.html' title='ilustração'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/R5DZ7OfHKFI/AAAAAAAAADs/GXRy0xEPltA/s72-c/feto.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-6557472559984635542</id><published>2008-01-18T08:47:00.000-08:00</published><updated>2008-01-30T10:59:16.687-08:00</updated><title type='text'>reverb tribos urbanas</title><content type='html'>num milagre semântico nasceu ELIS REGINA DA SILVA, colaboradora da saga que doou o mais belo dos capítulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está é a única tribo urbana que você não encontra andando por ai. Não gastam calçados de jeito nenhum, na verdade esses camaradinhas não gastam é com nada, são verdadeiros parasitas intra-uterinos, também conhecidos com fetos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fetos são de fato vistos como irrelevantes aglomerados fatídicos em fase de transição, vivem reclusos e esquecidos pelo resto da sociedade, não sendo reconhecidos como classe até que migrem para a tribo dos infantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda essa falta de consideração que a sociedade tem para com os fetos acaba causando um sentimento de revolta. Desde priscas eras a insurreição desses bolinhos celulares está instituída. A revolta consiste em lutar pelo que estabelece a declaração dos direitos do homem: TV acabo, literatura dirigida, intenet (mesmo que discada) e coca-cola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ações táticas dessa tribo na luta pelos seus direitos básicos se dão por meio de chutinhos delicados, escondidelas do sexo e, entre grupos mais radicais, suicídio com o cordão umbilical. Tudo o que eles exigem em sua luta secular é uma vida digna nesse lugar obscuro e sombrio chamado baixo ventre onde foram "introjetados" sem a mínima autorização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fica o protesto, não é mesmo minha gente?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-6557472559984635542?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/6557472559984635542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=6557472559984635542&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/6557472559984635542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/6557472559984635542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2008/01/reverb-tribos-urbanas.html' title='reverb tribos urbanas'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-6226985565937806196</id><published>2008-01-18T07:12:00.000-08:00</published><updated>2008-01-30T11:08:21.919-08:00</updated><title type='text'>conto da meia preta</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/R5DDY-fHKEI/AAAAAAAAADk/KlImATM41oo/s1600-h/meia+preta.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156836407196985410" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/R5DDY-fHKEI/AAAAAAAAADk/KlImATM41oo/s400/meia+preta.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;I&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ela reflete&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nesses tempos em que a gente fica abatido, meio gripado, vai ao médico e ganha guia pra neuropsiquiatra, ela leva essa vida meio sem graça, meio chata, meia boca, vida de meia, saca?&lt;br /&gt;Infortúnio do destino foi que conduziu o doutor senador pra comprar pacote cueca box + meias pretas brindeando o kit. Comprou-a para fazer vista com o sapato preto, a gravata engomadinha e aquela indumentária toda desse naipe de maleta e gel no pouco cabelo.&lt;br /&gt;O pé esquerdo da meia preta. Pendendo na ponta da gaveta feito essas donzelas de livro velho imaginando que vida de meia hippie é que era boa. Cantar e sacolejar entre sandália suja, filho! E ainda mais! ser a peça principal já que essa hippongada nasceu livre das amarras sociais que compelem a gente a fazer uso dessa coisa cafona que é roupa, né? Aí é que tava a vida. Isso de beijar bico de couro todo dia fazia o cerebelo parar de oxigenar. Credo. O pé na meia, a meia no couro o couro na rua. Que caramba! Quem lambia o joanete era a pretinha da meia e quem via o mundo era o safado do pedaço de couro/sapato. Sacanagem...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;II&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ela deprime&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ralinha de uso por ser exclusiva vivia a rotina malfadada: gaveta, pé, roupa suja, água, gaveta, pé, roupa suja, água, gaveta, pé. A pobre desde menina tem como parceiro, além do pé direito, a porqueira toda que um pé de hobit feioso guardado 18 horas diárias pode conter. Na cômoda onde o deleite era sonhar com prosopopéia e fingir que era meia de hippie, a esquerda parte do par de meias pretas do mais nobre excelentíssimo senhor ministro de sei lá o que (tem coisas que não são relevantes na vida de uma meia) nem sabe direito se é mesmo esquerda já que meia a gente veste de qualquer lado, mas pelas divagações de esquerdista que a behaviorista tem a gente logo deduz né? Povo besta fala da rebeldia da me. Já ouvi dizer até que era por ser preta! No Brasil minha gente, ser preto e de esquerda é fod*.&lt;br /&gt;Rotina e lugares desprivilegiados deprimem qualquer pedaço de tecido libertário feito a tal meia preta do pé esquerdo do tal do ministro de sei lá o quê. Dia passa que a gente nem vê quando se está do lado de fora feito gravata, abotoaduras, sapato... quando se é meia, amigo, a gente tem couro duro batendo na cabeça dum lado e dedo encruado do outro e é sinuca/dilema todo dia. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;III&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ela definha&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Era um vazio. O vazio quase cem vezes maior que de fome e que o pé cabeludo não podia preencher... vazio n’alma.&lt;br /&gt;Num domingo chuvoso o extremo horror de si a tomou por completo. Cabisbaixa e pensando latim [porque não há nada que combine mais com morte do que latim, já dizia F. Telles]. Centrífuga barulhenta mal a deixava pensar um positivo bem hare chrishna e deixar de pensar besteira. O cheiro de água sanitária onde cueca Box Branca nada agonizando fazia tudo virar cor e som distorcido.&lt;br /&gt;Foi quando um torpor de meia com bafo de peixe soprou pra pobre da meia meio desalentada que melhor seria dar cabo desse fardo no balde de sanitária. É. Coisa do ‘meia-meia-meia’. Metade queria matar-se e outra sublimar a crise meio que num supetão... Fazer passar. Isso de querer e não querer virou transe, alfa, zonzeira, gorfo, sacolejo, pileque, porre. A pobre mal se segurava no cesto da roupa suja de cara pro balde... e no três o pobre paninho viu a vida num segundo. Quando ainda tinha ‘lupo’ no verso, plástico e etiqueta no lugar de cheiro mofo e couro lhe roçando... ah, meia fadada ao alento do além!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;IV&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ela reviiive!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Splash balde a dentro... Sentiu comichões pelo corpo destonalizando cada pedacinho negro feito Michael Jackson! Num segundo já via tudo turvo e pedia socorro num frenesi! Branco, negro, branco, negro, branco negro...&lt;br /&gt;E vejam só onde é que a pequena parou! Caixa de papelão cheia de cacareco colorido só podia ser coisa boa. E o cheiro era feito doce, feito bom! Sem calo, joanete, couro, aperto, fedor!&lt;br /&gt;O vazio? Que vazio, minha gente? A meia envolvia uma coisinha nova, rosada, macia, cheirosa! Como é que é? Mão! Ééééé!! mão de mulhééééééé!De meia vazia, fedida, deprê, esbaforida, alvo de deboche, a meia esquerdista, pretinha [agora mêi bege] virou foi fantoche!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;clap clap clap!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-6226985565937806196?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/6226985565937806196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=6226985565937806196&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/6226985565937806196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/6226985565937806196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2008/01/conto-da-meia-preta.html' title='conto da meia preta'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/R5DDY-fHKEI/AAAAAAAAADk/KlImATM41oo/s72-c/meia+preta.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-1813166414230214674</id><published>2008-01-18T04:15:00.000-08:00</published><updated>2008-01-18T08:27:08.555-08:00</updated><title type='text'>freeeakstyyyle!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/R5CY_-fHKDI/AAAAAAAAADc/xAnf0w6hyHo/s1600-h/freak3.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156789798211889202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/R5CY_-fHKDI/AAAAAAAAADc/xAnf0w6hyHo/s400/freak3.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para o capítulo que explora o último elemento de celulóides componentes desse frenesi que é o convívio social, escolhemos o pitoresco amontoado de características belas que quando em desarmonia causam uma das mais curiosas anomalias visuais: FREAKSTYLE.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Adotamos a terminologia bushense-norte-ameríndia pra facilitar a compreensão. Freakstyle é uma espécie de ofensa visual indizível e impossível de se classificar na categoria do categorema de horrorosidades (vulgo: feios).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Amontoar combinações na tendência ‘retrô’, recente corrente filosófico-indumentarial é o ‘in’ no âmbito freakstyle. Se observarmos as tendências freakstyleanas vamos notar nuances do que a gente pode chamar de bonito isoladamente, mas o tal do ‘over’ é tããão ‘over’ que vira um amontoado de caracteres provocando o que os ambientalistas chama de poluição visual.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A ofensa visual não é feiurinha nem defeito de nariz. É Acúmulo de acessório/características gritantes. Saca orelhudo com cabelo surfistinha? Desse naipe. Temos também beiçudos narigudos. Não são necessariamente feios, mas são ‘oooover’. E mais uma vez a natureza impõe o grupo ao qual pertencemos não é mesmo minha gente?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Idosos, infanto-juvenis, nostyle e freakstyle nasceram presbiterianos [predestinados] a pertencer aos seus respectivos grupos... sentença, bênção, maldição, sabe-se lá.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O que vale é pertencer e despertencer feito os parasitas de gangues. Pensa só: velhote, orelhudo, com cabelo surfistinha, desorientado quanto ao que vestir e no que acreditar. Pôh! Uma criatura dessas pode ser o que quiser, manja?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Neste último capítulo, pequeninos, tomamos como lição alguns princípios básicos da vida em sociedade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. cuidado com suas orelhas grandes. Elas podem determinar o grupo ao qual você vai pertencer para todo sempre. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;2. Parasitas sempre se dão bem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;3. A Elke Maravilha não pertence à tribo alguma&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;4. Sou um parasita.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;5. Não prometa séries que não tem capacidade intelectual pra manter. ahahahahahahah&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-1813166414230214674?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/1813166414230214674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=1813166414230214674&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/1813166414230214674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/1813166414230214674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2008/01/para-o-captulo-que-explora-o-ltimo.html' title='freeeakstyyyle!'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/R5CY_-fHKDI/AAAAAAAAADc/xAnf0w6hyHo/s72-c/freak3.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-7923424148536595237</id><published>2008-01-18T03:44:00.000-08:00</published><updated>2008-02-11T06:56:45.085-08:00</updated><title type='text'>*</title><content type='html'>Num telefonema infeliz desses de quando a gente cai no infortúnio de fazer a coisa errada na hora errada foi que eu ferrei meu janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- alô! Oi! Chefa? Me dá uma pauta?&lt;br /&gt;- toh de férias, Lilian, caramba!&lt;br /&gt;Férias! Lá no dezembro ele parecia um janeiro tão seguro, tão pacato, tão bacana... tão chovendinho como todo janeiro que se preze...&lt;br /&gt;Tou num janeiro tortuoso e novo demais pra minha calhordisse [de calhorda, sabe?]. Ora! Não moro no litoral, não tenho passe livre pra sambangandar nas madrugadas nem tou suficientemente incomodada pra fugir daqui, então, uma pauta cairia feito luva.&lt;br /&gt;Minha desordem mental é quase do tamanho da preguiça que me toma desde segunda das 11 às 19h e eu mal consigo delimitar assuntos pra discorrer. Fico valsando nos acordes de ‘stars’ e perco as estribeiras da narrativa. Ó. Tá vendo ali em cima? Queria descrever a tarde do telefonema, mas agora, aqui, desisti. E é nessa inconstância que eu vou levando o janeiro. Tou fechando os olhos gordinhos e me encostando no travesseiro aí vejo nas pálpebras semi-abertas pedaços dos filmes que tenho assistido, dos absurdos que tenho vivido, das sandices que tenho pensado e faço força pra reviver os poucos momentos em que não ponderei as vírgulas todas. Em que eu não pensei no que diria ou pr’onde olharia. Esses deslizes do meu pudor/horror/temor distraído. Puf, dormi.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-7923424148536595237?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/7923424148536595237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=7923424148536595237&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/7923424148536595237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/7923424148536595237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2008/01/blog-post.html' title='*'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-2040780391395535265</id><published>2008-01-17T03:21:00.000-08:00</published><updated>2008-01-18T03:56:17.771-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Enquantou tou parindo os 'freakstyle' ainda estamos em pausa pra contos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia desses topei com uma espécie de Victor Hugo moderninho e achei de bom tom compartilhar uns tesouros literários. Ia colocar minhas críticas e um monte de blá blá blá mas um texto de surto precisa ser lido no surto mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi assim: Ferreira Gullar teve um filhote com o Dalton Trevisan e o moleque comeu a Lygia Fagundes Telles e daí veio o autor do texto, o dramaturgo mais cineasta de que já se teve notícia. É um Victor Hugo rasgando os bastidores das trevas em que se sepultam os homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;dou só um pedacinho agora dum que gosto por causa dos elementos e que me causa inveja por não ter as minhas embolações de orações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vencedor da guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou um safado. Morto, vivo, safado. Mas todos ao meu redor gostam disso; gostam da guerra é isso que querem. São muito burros, sabe? Não manjam do que falo. Boto minha mão no fogo se não vai ter neguinho que vai se complicar no que vou falar.&lt;br /&gt;A guerra é constante, eterna. A 1ª Grande Guerra, a Segunda são uma tapeação. Guerras mundiais temos todos os dias. Numa discussão, no amor, olhares, até em brincadeiras. Podem me chamar de idiota, mas prezo pelo mais esperto. A raposa nunca passou fome. Trapaceou. Ora, contra as regras? Que regras? De Deus? Que Deus? Desde que isso foi construído a merda está feita, não existem anjos ou santos, os demônios estão soltos. Até diria eu que nem demônios, diria: nós que estamos soltos e sempre estivemos. A moral traz a ordem? Ou camufla a guerra? A guerra sangrenta que nos ocorre desde que nascemos ao mundo. Sangramos por dentro e assim dissemos: É a vida! Corretíssimo! É a vida. A vida é uma guerra e eu tenho que ganhar, sozinho, pois ninguém vive a mesma vida.&lt;br /&gt;E matar? O que posso dizer desta tática de guerra tão cruel. Cruel para os olhos daqueles que querem que seja cruel e poder ganhar o grande jogo, a Grande Guerra. Uns, tolos, fazem o que mandam. São os "certos", eu diria: "perdedores". Vão ao trabalho perder mais uma batalha para aquele de posto superior, mas saem felizes para a casa aos braços da família. Foram enganados com a suposta vitória. Porém, cada dia a derrota é mais vergonhosa. Matar nem pensar podem perder a vida, a família e tudo ao redor, a paz de ser livre. Livre da consciência da guerra. Isso sim! E eu postulo! A realidade incognoscível é a realidade da guerra humana eterna. A linguagem nos deturpa, a práxis nos corrompe a acreditar na maravilhosa vida cheia de prazeres. É mais uma tática daqueles que querem vencer e ganhar a sua medalha. E quem nos condecora? Nós mesmos, os vencedores. Os perdedores sorriem e agradecem por viverem em paz e felizes. Não sabem eles que perderam! Perderam a guerra!&lt;br /&gt;E Você deve estar se perguntando: e quem ganha? Quem ganha? Ha, Ha, sinto lhe dizer que ainda não houve ganhador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Rob Ashtoffen&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-2040780391395535265?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/2040780391395535265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=2040780391395535265&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/2040780391395535265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/2040780391395535265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2008/01/enquantou-tou-parindo-os-freakstyle.html' title=''/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-8648623411210791970</id><published>2008-01-15T20:03:00.000-08:00</published><updated>2008-01-15T20:04:19.896-08:00</updated><title type='text'>[ pausa pro conto ]</title><content type='html'>Com os olhos altivos de quem exala formaldeído por todos os poros é que docentes mumificados ambulantes incriminam cada tentativa de tornar a academia dos “foca” menos pedante. O que os catedráticos do categorema ignoram é a transição do vidro pro pet que eu testemunhei! Do k7 pro i-pod, do álcool líquido pro gel, da touca pra escova progressiva, da metro pra ubersexulidade. Os pobres discentes de duas décadas feito nós se submetem à uma série de martírios impostos no ignóbil currículo destinado a protagonizar a decadência da nobreza no jornalismo. Observe:Estágio é coisa complicada de arranjar. A gente vende fígado na feira, cruza as pernas de mini saia na mesa do chefe do colegiado, deixa o Poney fazer massagem nas costas e mal consegue meia-entrada na mostra de cinema. Enfim, por embriaguez do destino e relaxo de Deus, consegui uma dessas biqueiras boas.Biqueira boa até a designação da tarefa mais jornalística que eu, projétil de foca mutante, já recebi.Revista Sescap é a revista dos amigos sindicalizados engomadinhos que pagam seus impostos ou os sonegam voluntariamente de modo que a aristocracia londrinense não perceba e os ame e respeite e os convide para banquetes light.Essa revistaê está no encalço de Devanir. A figura careca mais cheia de perdigotos de que já se teve notícia no mundo dos camelôs.Devanir é um cara barrigudinho de bigode discreto com a careca avançada pingando ironia.É contador, chefe, empresário e proprietário do estabelecimento cujo nome acima da porta indica: “contabilidade”.Com ele, outros três garotos, ainda no colegial, desenvolvem habilidades matemáticas com calculadoras daquelas grandes com botões que ativam aquele agradável som das teclas (estavam no modo on).Ele, o Devanir, trajava uma camisa pólo cinza com singelas manchas de suor nas axilas, uma corrente dourada (provavelmente carregando a santa protetora dos pilantras) e jeans surrado.Eu, a lesa, trajava indumentária comum aos trabalhadores infanto-juvenis. Um figurino infantilizado para compadecer entrevistados composto por saia xadrez + boleros com figuras engraçadas. Rementedo à colegiais, para que a aura de delatores que os jornalistas carregam fosse dissipada.Na porta de vidro, um menor de idade me lança o olhar de “que que é?”Eu pergunto: Devanir?Ele aponta pro careca na mesa do canto.Tudo num cubículo pouco maior que 5m².Estendi a mão, ele apertou:- oi! meu nome é Llian Soares e eu sou "estudante de Jornalismo da UEL" (aahahahahahha). O senhor poderia me conceder uma entrevista para cumprir atividades de estágio?Ele, suando:- Demora?Eu, implorando:- quinze minutinhos. Pode ser agora?Ele, bufando:- senta aí. Pode perguntar.Eu, no último grau que a falsidade pode atingir num sorriso:- como é que se dá o milagre do Devanir?Ele, abismado de olhos arregalados:- ah! (gargalhada gutural) aaaah! Vc ta brincando comigo? Já ouviu falar em ética?Você deve tah começando né? Vou te dar um conselho. Não pode entrar assim e perguntar isso. Andou me pesquisando?Eu, com a melhor feição de simpatia que eu consegui forjar no auge do ódio:- voltando às perguntas, pq a diferença de preço entre o senhor e os outros escritórios de contabilidade é tão grande?Ele, rindo um riso nervoso:- você pode se retirar. Antes que eu comece a te ofender, se retire.Eu, suplicando:- é só responder pq!!! Pq é tão mais barato?Ele, levantando:- ou você levanta e vai embora ou eu vou ter que te retirar à força.Eu, me mijando:- mas seu Devanir! Não vai ser publicado (mentira).Ele, segurando meu bracinho de leve mas na ameaça de estraçalhá-lo caso eu insistisse:- por favor, moça.Eu, com o rosto queimando num misto de raiva e covardia:- eu falei alguma coisa que ofendeu o senhor?Ele, comigo já na porta:- Não. Não falou não. Ta vendo isso aqui? (apontou pro tapete) Isso aqui, daqui pra cá é minha propriedade. Você se retira, passa daqui pra lá e nunca mais volta, por favor.Eu, derrotada, sem matéria, sem fonte, sem coragem, sem chão:- sim senhor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-8648623411210791970?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/8648623411210791970/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=8648623411210791970&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/8648623411210791970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/8648623411210791970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2008/01/pausa-pro-conto.html' title='[ pausa pro conto ]'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-3126431042180975987</id><published>2007-11-07T08:42:00.000-08:00</published><updated>2007-11-07T08:43:54.005-08:00</updated><title type='text'>nostyle</title><content type='html'>E o que temos agora lombarde?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hodiernamente o vasto cardápio de opções tribais as quais se pode pertencer acabou por dar vida ao que classificamos no TRIBOS URBANAS como “nostyle”.&lt;br /&gt;Diferente do que o termo popularmente adotado no inglês significa (sem estilo), os nostyle são acúmulos de estímulos e estilos em que nem Elke Maravilha e toda a sua democraticidade vestumentarial poderiam ingressar.  São quase ALLstyle.&lt;br /&gt;Além da vestimenta, que é o que identifica o grupo à distância temos a postura social: nostyle são os populares “emcimadomuro”. Quem não decide nada, não opina nada, não escolhe nada, não acha nada. Ser nostyle é de uma simplicidade tamanha... fato que se nota ao dimensionar o tamaaanho do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo português, por exemplo, é composto pelos pioneiros do grupo nostyle, marcados pela incapacidade de expressar opinião advinda do próprio governo português, bem como o governo que nos rege, [o brasileiro, não é mesmo?]. A arte de não expressar opinião transcende essa coisa do “não sei”. Existe uma vertente dos nostyle que desenvolveu no decorrer dos anos a inacreditável habilidade de reproduzir opiniões! É!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para que dar pitaco se a gente pode copiar o pitaco do vizinho, não é mesmo minha gente?” (um pouquinho mais para trás Gabriela... isso... {splash!} vide &lt;a href="http://www.meunomeeregina.blogspot.com/"&gt;www.meunomeeregina.blogspot.com&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regina Duarte sobre os nostyle (com cortes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discorrer sobre indivíduos que acumulam estilos alheios se torna complexo por ter de abordar todos os tas alheios estilos: uma criatura que consegue a proeza de combinar Vô Dútche (Von Doutch) com uma bela calça de couro pode ser elencado para figurar no time dos nostyle, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pertencentes à nobreza dos “out.of.the.fashion” são quase new hippies, visto que não existe preconceito (nem pós conceito... conceito algum) é um abraço no mundo dos estilos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem ainda não consegui conceber a ideologia nostylística é simples:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você, caro amigo, não recebeu do Criador aquele senso de combinação e acha que verde bandeira e amarelo ouro ficam bem em “Black Tie”, se você tem numa escrivaninha bege os CDs do Jeito Moleque e do Slipknot na mesma prateleira, se você mulher, faz florzinha na unha com esmalte branco e tem um coturno do naipe do 5.º Batalhão, acabamos de identificar a qual TRIBO a vossa benevolência pertence: eres uma persona absolutamente desestilizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tem mais! Escolhe seu candidato através do quesito de avaliação “beleza e carisma”?&lt;br /&gt;Escolhe seu time em dependência da liderança no campeonato? Sua filosofia de vida consiste em recitar para si “a voz do povo é a voz de Deus”? Quando criança recebeu o carinhoso apelido de “mary-go-with-others?” (pq em português tudo fica óbvio pra gente que é alfabetizado...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nostyle merecem espaço na cartilha das tribos, mas obviamente não encerramos aqui a questão. Para compreender o nostyle de vida desta categoria, anos de jornalismo investigativo se fariam necessários, mas pra você que deseja apenas conhecer as opções, fica a dica, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos vemos no proximo TRIBOS URBANAS, folks.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=E (dentes de vampiro. homenagem à fuer)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-3126431042180975987?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/3126431042180975987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=3126431042180975987&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/3126431042180975987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/3126431042180975987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/11/nostyle.html' title='nostyle'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-4408555320238535108</id><published>2007-10-18T11:55:00.000-07:00</published><updated>2007-10-18T11:57:51.085-07:00</updated><title type='text'>tribos urbanas II     -     INFANTO-JUVENIS</title><content type='html'>Neste capítulo da prosopopéia “tribos urbanas” homenagearemos a tribo ascendente desde a veiculação na mídia de programas alusivos ao grupo como a série animada “punk brewster, a levada da breca” e a novela da rede TELEFE, Canal de televisión abierta de la ciudad de Buenos Aires, denominada “Malhacyón”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que estes programas têm em comum?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infanto-juvenis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo social que deu vazão à subgrupos como os nostyle, freakstyle e briófitas&lt;br /&gt;[que analisaremos à fundo em próximos capítulos].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expressão “infanto-juvenil” por anos foi apropriada por lojas de departamento para dar nome à medida de elementos da moda. Não raro víamos em vitrines anúncios preconizando “coleções infanto-juvenis”, fato que causou extrema revelia dos membros do grupo ainda vagando no anonimato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, depois do surgimento de movimentos empenhados na luta pelo reconhecimento da classe, protagonizados pelos grupos “chiquititas” e “amigas y rivales”, a categoria vem ganhando expressão no cenario nacional e além da televisão, na literatura também  é possível encontrar o espaço dedicado aos I-J (infant...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex.:&lt;br /&gt;“EVANGELHO EM CASA – Chico Xavier / Meimei&lt;br /&gt;Seção – Infanto-Juvenil&lt;br /&gt;Obra infanto-juvenil em que a autora espiritual, em linguagem doce e cativante, traça roteiros e sugere diretrizes para o Culto do Evangelho no Lar.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.rumos.com.br/"&gt;www.rumos.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferente do que pode parecer, o grupo já figurava entre as tribos urbanas antes mesmo do processo de urbanização. Antes dos anos 80 já havia direcionamento midiático para os pertencents à classe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhe:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Muppet Show (tradução em Portugal: Os Marretas) foi um programa de &lt;a title="Televisão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Televis%C3%A3o"&gt;televisão&lt;/a&gt; INFANTO-JUVENIL, cujos personagens eram &lt;a title="Fantoche" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fantoche"&gt;fantoches&lt;/a&gt;, geralmente, com grandes &lt;a title="Olho" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Olho"&gt;olhos&lt;/a&gt; e grandes &lt;a title="Boca" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Boca"&gt;bocas&lt;/a&gt;, produzido por &lt;a title="Jim Henson" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jim_Henson"&gt;Jim Henson&lt;/a&gt; e sua equipe entre &lt;a title="1976" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1976"&gt;1976&lt;/a&gt; a &lt;a title="1981" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1981"&gt;1981&lt;/a&gt;. Algumas das personagens mais conhecidas são: o Sapo Caco (Cocas) e Miss Piggy.&lt;br /&gt;Nos &lt;a title="Estados Unidos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos"&gt;Estados Unidos&lt;/a&gt; ainda é exibido, e suas principais personagens já estrelaram vários filmes. É um dos programas de existência mais duradoura, tendo estreado em &lt;a title="27 de Setembro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/27_de_Setembro"&gt;27 de Setembro&lt;/a&gt; de &lt;a title="1976" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1976"&gt;1976&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Os infanto-juvenis habitam a região árida das escolas primárias e ainda é possível encontrar remanescentes da corrente em uiniversidades e inseridos em outros grupos sociais clandestinamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infato-juvenil segundo a 92.ª Edição da Barsa, é todo indivíduo(a) munido de atrofia cerebral no tocante ao desenvolvimento [naipe maturidade] e desprovido de habilidades de interação social com qualquer espécie de  progenitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em síntese, infanto-juvenis são a matéria-prima para classes como EMOfílicos, loiras-adolescís, e os populares adultoscomcomplexodepeterpan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhe as próximas edições e descubra mais sobre esse peculiar grupo yanomami.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-4408555320238535108?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/4408555320238535108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=4408555320238535108&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/4408555320238535108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/4408555320238535108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/10/tribos-urbanas-ii-infanto-juvenis.html' title='tribos urbanas II     -     INFANTO-JUVENIS'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-9021599882108058227</id><published>2007-10-08T14:27:00.000-07:00</published><updated>2007-10-08T14:43:58.169-07:00</updated><title type='text'>||  Série Tribos Urbanas  ||</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt; Imagem acima &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5119083424151211458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/RwqjQJAfjcI/AAAAAAAAACw/W9JXszIXmHg/s400/blog+tribos+1.bmp" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;A sociedade pós-moderna tem presenteado analistas com anomalias sociais das mais variadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta série vamos elencar alguns novos grupos sociais vulgarmente conhecidos como ‘tribos’: briófitas, mancos, famosos de revista, telefonistas, pré-vestibulandos, fetos, idosos entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No capítulo de hoje conheceremos os novos ícones da habitação terrestre: Idosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que comem;&lt;br /&gt;- O que vestem;&lt;br /&gt;- Como se comunicam;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divirta-se:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Superando a etnia Emo, os idosos têm praticado a reprodução via osmose e superado as expectativas dos coladores de adesivo “banco preferencial para analfabetos, mancos e idosos” nos ônibus. A população de idosos representa um contingente de quase 15 milhões de pessoas com 60 anos ou mais de idade (8,6% da população brasileira).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caracterizados pelo sorriso maroto com vácuos entre dentes, vestidos floridos e relógios de parede nos pulsos, a tribo idosa é sempre cheia de simpatia e flatulência (na maioria das vezes simultaneamente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferente do que muita gente pensa, não existe idade para participar do clã. Em sua maioria o grupo é composto por indivíduos de 65 anos em diante, mas alguns mancebos também têm aderido o visual “retrô” e o vocabulário de gírias característico dos vovôs.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Veja na imagem acima ^&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A preocupação dos sociólogos tem sido a alteração que alguns fatores podem trazer pra vida em sociedade como a idéia de nunca mais poder sentar no lotação, o aumento exacerbado de bailes vespertinos, proliferação de furões de fila amparados por lei e principalmente o aumento do IPTU para sustentar a produção em larga escala de fraldas geriátricas fornecidas pelo governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente os idosos são observados como seres completamente estéreis e que não mais servem para expressar a sua subjetividade. É o que os astrônomos chamam de estigma. Naturalmente o membro da trump idosa, já pesaroso por encontrar-se biologicamente envelhecido, pode sentir-se frustrado por perceber dificuldades para obter destaque em seu grupo social, confundindo-se com a corrente EMOlógica de tribos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pioneiro do movimento é Cid Moreira, idoso desde os 13 anos. O fundador da corrente difunde a filosofia idosa em rede nacional e é figura de destaque no cenário de líderes sociais junto com Spider Man, embaixador emo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Confira a nossa lista de idosos famosos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sandy;&lt;br /&gt;- Roberto Justus;&lt;br /&gt;- Cid Moreira;&lt;br /&gt;- Celso Portioli;&lt;br /&gt;- Vera Fisher;&lt;br /&gt;- Raul Gil;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras informações sobre a recém-nascida tribo urbana vc encontra em &lt;a href="http://www.vidaaposamorte.org/"&gt;www.vidaaposamorte.org&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-9021599882108058227?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/9021599882108058227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=9021599882108058227&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/9021599882108058227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/9021599882108058227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/10/srie-tribos-urbanas.html' title='||  Série Tribos Urbanas  ||'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/RwqjQJAfjcI/AAAAAAAAACw/W9JXszIXmHg/s72-c/blog+tribos+1.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-7028686266239600055</id><published>2007-10-03T12:18:00.001-07:00</published><updated>2007-10-03T12:18:55.342-07:00</updated><title type='text'>advento dos males del Male</title><content type='html'>O conceito de virilidade é uma constante na vida de todo garoto. A predominância das pegadinhas envolvendo sexo na pré-adolescência é fato e um belo dia as brincadeiras infantis se acomodam lá no subconsciente e passam de piada de guri pra insegurança de homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impotência Sexual, perda de cabelo, diminuição da massa muscular, queda de apetite sexual. Imagine tudo isso num pacote só. Todos os medos que afligem o subconsciente masculino se reúnem e acometem o meliante numa única pancada. É a Andropausa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a culpa é da produção de hormônios. A sistemática é a seguinte: uma glândula do cérebro, a hipófise, libera hormônios que transformam colesterol em testosterona que é a alma do negócio. Depois de muito tempo de uso, já fora da garantia, a transformação de colesterol em testosterona não é mais tão eficaz e é aí é que mora o perigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;È claro que esse mar de catástrofes não acontece em 15 minutos e nem ao mesmo tempo. É um processo lento e gradual. Cada homem sofre a sintomática de modo diferente. Uns carecas, outros impotentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No espectro de sabedoria que pertence a Deus, houve o que chamamos de equilibrium naturalicum. A compensação dos males femininos. Obviamente a senhora que se presta à leitura do artigo não vai disseminar essa piadinha infame já que nesse momento, o apoio do cônjuge é de extrema importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com atenção, diálogo, compreensão, e é claro, com o auxílio de medicamentos os sintomas são amenizados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-7028686266239600055?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/7028686266239600055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=7028686266239600055&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/7028686266239600055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/7028686266239600055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/10/advento-dos-males-del-male.html' title='advento dos males del Male'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-6464780574430144835</id><published>2007-10-02T05:02:00.000-07:00</published><updated>2007-10-02T05:05:53.293-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/RwIzboNKldI/AAAAAAAAABs/12a7LLSrLNU/s1600-h/starry9ng.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5116708676388427218" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/RwIzboNKldI/AAAAAAAAABs/12a7LLSrLNU/s400/starry9ng.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;son coeur est un luth suspendu;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;sitôt qu'on le touche, il résonne.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-6464780574430144835?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/6464780574430144835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=6464780574430144835&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/6464780574430144835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/6464780574430144835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/10/son-coeur-est-un-luth-suspendu-sitt.html' title=''/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/RwIzboNKldI/AAAAAAAAABs/12a7LLSrLNU/s72-c/starry9ng.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-5932334357177081181</id><published>2007-10-02T04:31:00.000-07:00</published><updated>2007-10-02T04:56:43.766-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Falo da vertigem que em toma.&lt;br /&gt;Não como antes,&lt;br /&gt;feito fel de melindres&lt;br /&gt;feito mal descarado.&lt;br /&gt;Falo da vertigem que me toma feito bem&lt;br /&gt;Que aquece aquele frio do vazio de ter que descobrir um mundo sozinha.&lt;br /&gt;Falo da vertigem que me toma&lt;br /&gt;Bem no momento em que seu olho pequeno fica menor com meus guizos infantis, e vc ri...&lt;br /&gt;Falo do opaco que me toma, raciocínio rápido, ligeiro me some&lt;br /&gt;E leva cada bom argumento que ensaiei te pedindo pra ficar&lt;br /&gt;No certo&lt;br /&gt;No seguro&lt;br /&gt;No correto&lt;br /&gt;No calor&lt;br /&gt;Mas o torto, tempestuoso, estranho, incomum&lt;br /&gt;Tão mais atraentes...&lt;br /&gt;Mais atraentes que garota sem segredo...&lt;br /&gt;Que menina sem idade.&lt;br /&gt;Falo do desejo [incontrolável] que me toma&lt;br /&gt;De descobrir cada ‘vc’ que há pra descobrir;&lt;br /&gt;Até esses aí que nem vc sabe quem são...&lt;br /&gt;Pretensão minha&lt;br /&gt;Eu que tenho tão pouco...&lt;br /&gt;Tão pouco...&lt;br /&gt;E o pouco, quase nada quase some&lt;br /&gt;Quando seu olho miúdo me aparece e me ri sacudindo a fagulha de tentar que sobrou aqui dentro.&lt;br /&gt;E aquele pacote grande de argumentos torpes que a sagacidade me soprou virou pacotinho quando a tal fagulha enrubesceu de vergonha da minha pequenez&lt;br /&gt;Aí me sobra esse quase nada que sei&lt;br /&gt;Com o quase tudo que ainda há pra descobrir e o quase sempre que não temos...&lt;br /&gt;Te ofereço o quase nada que sei somado ao seu e o mundo que hgá pra descobrir aí dentro, que talvez, só quem não saiba quase nada tenha fôlego pra descobrir.&lt;br /&gt;E que essas duas décadas, as nossas, sejam de descoberta pq talvez esse simples,&lt;br /&gt;Esse pouco,&lt;br /&gt;Esse quase nada que ofereço&lt;br /&gt;Não seja assim tão pouco comparado ao pouco que se descobre ao lado de outro que tanto já descobriu.&lt;br /&gt;Então tenta.&lt;br /&gt;Tenta comigo o muito que ainda há pra tentar e o tanto que ainda há pra descobrir ao lado de quem sabe tão pouco e de quem ama tão muito .&lt;br /&gt;E desiste tão nunca.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-5932334357177081181?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/5932334357177081181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=5932334357177081181&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/5932334357177081181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/5932334357177081181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/10/falo-da-vertigem-que-em-toma.html' title=''/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-7558284243241182401</id><published>2007-09-28T19:49:00.000-07:00</published><updated>2007-10-01T14:39:47.100-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/Rv29gYNKlZI/AAAAAAAAABQ/11c8Dm3e10c/s1600-h/starrynight6rh.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5115453115713885586" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/Rv29gYNKlZI/AAAAAAAAABQ/11c8Dm3e10c/s200/starrynight6rh.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Filho de pastor calvinista, feito eu, de batista...&lt;br /&gt;ah, Van Gogh...&lt;br /&gt;talvez abandonar a vaidade de manter duas orelhas vá me fazer melhor. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-7558284243241182401?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/7558284243241182401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=7558284243241182401&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/7558284243241182401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/7558284243241182401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/09/filho-de-pastor-calvinista-feito-eu-de.html' title=''/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' 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vão dançando no papel num vômito de crise feito gorfo de criança escorrendo nos valores que eu nem sei se são mesmo meus&lt;br /&gt;E nem precisam ser meus. Quero mesmo é que sejam Seus, que são valores.&lt;br /&gt;De verdade.&lt;br /&gt;Então só aponte com o dedo o lado pra eu poder seguir ou faça assim com o queixo pra qualquer lado, só eu saber que lado. Ou sente aqui do meu lado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.....&lt;br /&gt;Pra você&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aquele a quem dedico tanto amor de “cantares” bíblicos,&lt;br /&gt;Em quem me vejo em pedacinhos&lt;br /&gt;Pra quem eu dedico as palavras com calor&lt;br /&gt;_pq as frias são pro resto do mundo. As que contêm calor são suas. As que me contém são suas_&lt;br /&gt;é uma saleta escura que eu vou tateando sem saber o “quê”&lt;br /&gt;No meio de tropeços e pancadas não encontro a porcaria do interruptor e minha retina não dilata o suficiente pra te ver por inteiro.&lt;br /&gt;Então tenho que juntar as partes que consigo sentir nas mãos e me assusto tanto, e me envolvo tanto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e quero mais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-85369943580261142?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/85369943580261142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=85369943580261142&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/85369943580261142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/85369943580261142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/09/forus.html' title='for.us'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-835596910333475418</id><published>2007-09-28T14:49:00.000-07:00</published><updated>2007-10-03T12:09:19.698-07:00</updated><title type='text'>bissexualidade: a profecia</title><content type='html'>Tudo bem que os pioneiros na inversão de papéis masculinos e femininos são os índios - todo mundo faz balaio e o papel do agricultor é feminino - mas na sociedade moderna, onde mulher está para fogão bem como homem está para mecânica, a inversão de papéis virou moda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Aristóteles pudesse meter o bedelho lembraria que o homem é um ser social, portanto, antes mesmo dos índios, quando a maior parte de nós ainda nem tinha saído da Mesopotâmia, os gêneros já eram lapidados pela vida em sociedade. A concentração que o homem dedica à rodada de futebol nas quartas-feiras ou às reuniões de negócios é compatível com a concentração que precisava dedicar à captura da caça e à proteção do lar. E para dar conta de velhos, crianças, agricultura, artesanato e o que mais viesse, a mulher precisou desenvolver a capacidade de lidar com várias situações de tensão simultaneamente. Enfim, testosterona e estrogênio eram produzidos em larga escala para dar conta das tarefas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente já não vê mais gente caçando porco selvagem nem aldeias cujas administradoras diplomáticas sejam mulheres. Mesmo que a essência dos papéis masculino e feminino ainda permaneça, a intensidade diminuiu. Quem caça e quem cuida da casa são que já não estão mais tão delimitadas quanto há alguns séculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E essa alteração é o ponta-pé inicial da tese de Umberto Veronesi, médico e ex-ministro da Saúde na Itália, que consiste na seguinte profecia: a espécie humana caminha a passos largos para o bissexualismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wikipédia mãe dos néscios define bissexualidade como “atração fisica, emocional e espiritual por pessoas tanto do mesmo sexo como do oposto, com níveis variantes de interesse por cada um, e à identidade correspondente a esta orientação sexual” e o esclarecimento não é por se tratar de novidade não. Só não somos todos bissexuais desde os primóridios por causa da necessidade de reproduzir, e os relacionamentos na roma antiga ratificam a afirmação. Amor de verdade era coisa de homem. Só de homem. A mulher era a coelhinha - Não. Essa da playboy não - da reprodução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filipo Melo, um dos colunistas do Mix Brasil, site alusivo às causas homossexuais, é menos pragmático: "Ser bissexual é como ser um duende. Ninguém acredita que existe, nenhum dos dois lados te respeita, os dois te olham desconfiados. Só que não tem pote de ouro no fim do arco-íris."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com a impopularidade de duendes e de bissexualismo generalizado, o médico Veronesi ainda discursa sobre o resultado da evolução natural das espécies. O homem abandona as características que lhe cabiam nos primórdios – leia-se caçador, líder, mantenedor do lar, e nas palavras do doutor transforma-se numa “figura sexualmente ambígua”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem caçador lá da Mesopotâmia não precisa mais de uma intensa agressividade física para sobreviver e as mulheres já não produzem tantos hormônios até porque relações sexuais para reprodução dão lugar a barrigas de aluguel e inseminações artificiais. A menor produção de hormônios acabaria atrofiando os órgãos reprodutivos e criando uma espécie de "preguiça reprodutiva" e no fim das contas, nos tornaremos um modelo único, onde a relação sexual será optativa e independente de gênero. Em suma, seremos abelhas: a maior parte seria praticamente assexuada e só uma pequena parte se dedicaria à reprodução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;uhuuul!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;\o/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-835596910333475418?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/835596910333475418/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=835596910333475418&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/835596910333475418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/835596910333475418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/09/bissexualismo.html' title='bissexualidade: a profecia'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-3561293035339167432</id><published>2007-09-26T11:23:00.001-07:00</published><updated>2007-09-26T11:23:55.820-07:00</updated><title type='text'>"amigapacaramba"</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Num desses almoços onde se contam piadas e peripécias amorosas, eu e quatro amigas gargalhávamos de chorar [possivelmente motivadas pelos degetos químicos na comida universitária] -  Das quatro, para melhor compreensão do causo, traço um perfil físico, que éo mais relevante agora.&lt;br /&gt; A primeira delas veste 34 e deve ter descendência europeia: cabelo liso + nariz afilado.&lt;br /&gt;As outras duas não fogem do formato com variações de tamanho de nariz, dentes e tals...&lt;br /&gt;Eu, míope, afro-descendente, e dando alguns pulos, entro no meu jeans 38. Ok. A última na descrição foge um pouco dos padrões graças à massa adiposa e aos olhos abundantemente verdes. Também affrodescendete. Mas, o que fica, apesar do verde dos olhos e da pele boa, é aquele inferno de gordura que todo mundo tenta se livrar. E pra facilitar, vou dar números aos personagens, ok? Eu sou eu, as donas dos narizes afilados, cabelos maleáveis e dentro do peso médio são 2 e 3. Nossa protagonista, com massa adiposa a mais que as três primeiras, é 7.&lt;br /&gt;Falar abertamente sobre obesidade é crime, principalmente com quem padece do mal. Digo “padece” e “mal” pelos malefícios à saúde – que fique claro e o relato dem a ver com isso.&lt;br /&gt;O que me encafifou a ponto de escrever sobre isso foi o comportamento do grupo no momento “peripécias amorosas”. Eu, 2, 3 e 7 rimos como nunca na semana. E o papo descambou para sucessos e insucessos amorosos. Foi quando cada uma de nós compartilhou, ainda que sem citar nomes, da dor que nos afligia no momento.&lt;br /&gt;&gt;Eu falei sobre meu afer por caras mega-complexos-de-difícil-compreensão;&lt;br /&gt; &gt;garota n.º2 contou dos “ex” e de como eles adquiriram o título de “ex” [o que é sempre uma história interessante!]&lt;br /&gt;&gt;n.º 3 discorreu sobre suas confusões com os vários possíveis garotos-afer e aí é legal pq a gente pode ajudar a escolher um.&lt;br /&gt;Quando foi a vez da n.º 7 contar suas “ficadas”, os olhares foram de descrédito, já que a gente vive numa sociedade de merdinha em que a idéia vendida é que pra ser amado a gente tem que vestir jeans 36.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me confunde é que essa coisa de ficar surpreso com a  gordinha que pega os caras na moral é que com aquelas que se entregam à crises  de baixa auto-estima a gente conversa sobre se aceitar, sobre viver bem e discursa: “mas vc é linda! Só vc que não vê!”&lt;br /&gt;Muito bom. Amiga é pra isso mesmo. Mas aí, quando a coisa tá bem a gente acha que é segunrança demais pra quem foge dos padrões porcos de beleza? É problema não ser inseguro mesmo não sendo Naomi Campbell?&lt;br /&gt;Ah vá!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-3561293035339167432?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/3561293035339167432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=3561293035339167432&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/3561293035339167432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/3561293035339167432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/09/amigapacaramba.html' title='&quot;amigapacaramba&quot;'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-6866153381695103193</id><published>2007-07-23T17:25:00.000-07:00</published><updated>2007-07-23T17:30:46.736-07:00</updated><title type='text'>pequena cusparada</title><content type='html'>ai que bobeira ficar fazendo crise virar verso.&lt;br /&gt;que besteira pensar que rimar frasesinha e escrever sintilando  vai fazer isso tudo que a gente sente ficar em http//:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;que bobeirinha pensar que pular linha sem pontuação&lt;br /&gt;assim&lt;br /&gt;desse&lt;br /&gt;jeito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pode sublimar o que a gente cospe.&lt;br /&gt;no banheiro a gente senta igual&lt;br /&gt;e na mesa come igual&lt;br /&gt;e dorme igual&lt;br /&gt;aí aprende a dispor verbo em prosa e se acha dono de tanta coisa....&lt;br /&gt;blogosando por aí a gente vai vendo mil verdades e mil coisas facinhas facinhas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;dá uma preguiça doida de transformar sentimento em verson qndo o verso é de raiva, né?&lt;br /&gt; a gente perde o dom. perde o punho. eu perco. fico suja e porquinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o legal disso tudo é que não importa o monte de abobrinha que a gente escreve, vai ficar. pra posteridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e esse cheiro de moleca que não me larga. quero ter odor de mulher.&lt;br /&gt;quero ter cheirinho de velha.&lt;br /&gt;e perder essa cara de 10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;qualquer acréscimo para tanto é muito bem vindo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-6866153381695103193?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/6866153381695103193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=6866153381695103193&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/6866153381695103193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/6866153381695103193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/07/pequena-cusparada.html' title='pequena cusparada'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-1139218248653631288</id><published>2007-06-19T17:07:00.000-07:00</published><updated>2007-06-19T17:48:47.671-07:00</updated><title type='text'>irmã.</title><content type='html'>o tilintar dos seus desejos vão crescendo e me tomando os olhos...&lt;br /&gt;o sibilar desse seu adolescer me infla de orgulho todas as manhãs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;assisto seus "doeres", desempenhos, desamores&lt;br /&gt;flutuando num vidrinho onde te guardo e vou olhando até não mais poder&lt;br /&gt;te cuidando até não poder mais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sua feitura, seu feitio&lt;br /&gt;seu formato, seu modelo&lt;br /&gt;sua alma, seu caráter e toda essa coisinha que você é&lt;br /&gt;tem uma cor... é de um sabor que me comove&lt;br /&gt;e mal me caibo tamanho o orgulho de te ver crescer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;te bato e beijo&lt;br /&gt;te brigo e deixo&lt;br /&gt;te esqueço te aqueço&lt;br /&gt;e daria todas as vidas minhas em troca de uma sua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;me enterneço e entorpeço&lt;br /&gt;só de ouvir teus sonhos&lt;br /&gt;de te ver com livros&lt;br /&gt;de te ver ao alcançe das mãos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;temo quando a juventude vier te levar embora&lt;br /&gt;temo quando o vidrinho onde te guardo não puder mais te conter&lt;br /&gt;temo não suportar a dor de te entregar ao mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;seu perfil de perfeição eu não teria mais,&lt;br /&gt;nem seu cheirinho de guardado&lt;br /&gt;nem seu jeito folgado de esquecer, quebrar, estragar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;meus dedos se atropelam bem agora que tento transpor o tamanho do amor que te tenho&lt;br /&gt;é mais que palavra,&lt;br /&gt;mais que verso antiquado de amor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;dou meu futuro, meus planos, meus seres e eres e ires...&lt;br /&gt;por você&lt;br /&gt;pra você&lt;br /&gt;a seu favor&lt;br /&gt;em seu favor&lt;br /&gt;é tanto amor... mal me contenho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;enquanto puder, te retenho no vidrinho flutuando pra mim&lt;br /&gt;aqui no meu nariz&lt;br /&gt;te observando colher cada pedaço de mundo&lt;br /&gt;te ver no deslumbre do descobrir, desvendar&lt;br /&gt;e te amando, cuidando, ensinando...&lt;br /&gt;pra quando meu vidro não mais te conter&lt;br /&gt;quando meu olho não mais te cobrir&lt;br /&gt;pra quando você for embora,&lt;br /&gt;pra você saber voar...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-1139218248653631288?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/1139218248653631288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=1139218248653631288&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/1139218248653631288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/1139218248653631288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/06/irm.html' title='irmã.'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-4052879105063229808</id><published>2007-06-07T15:31:00.000-07:00</published><updated>2007-06-07T15:51:51.111-07:00</updated><title type='text'>consulta, vertigem, consulta</title><content type='html'>&gt;  vertigem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;finjo pra mim que pareço novela&lt;br /&gt;e que alegrias... as tenho aos montes.&lt;br /&gt;me finjo certa.&lt;br /&gt;aí entro e fecho a porta&lt;br /&gt;então o dom artístico aflora.&lt;br /&gt;dom de fingir.&lt;br /&gt;até dói porque a falta de talento é tanta que vão os dias até que a frase me venha&lt;br /&gt;com a dor vem a vertigem.&lt;br /&gt;a escondo - me machuca.&lt;br /&gt;as coisas se movem.&lt;br /&gt;meus olhos vão fechando, fechando...&lt;br /&gt;olho pros olhos iguais aos do Judas, aquele primôr do falsete falsário.&lt;br /&gt;e são os meus&lt;br /&gt;esses frígidos, fingidos e cheios de sono&lt;br /&gt;que vejo e confundo com os gananciosos e confusos olhos do jovem Judas&lt;br /&gt;assassinado pela autocomiseração. e fico a pés do chão.&lt;br /&gt;e penso em Judas, peno nos olhos.&lt;br /&gt;mal penso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; a consulta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias desses vinte anos de tanto fingimento serviram para lapidar as virtudes da dramaturgia que desenvolvo sorrindo aos quatro ventos.&lt;br /&gt;aí vem a vertigem e me confunde. tanto sono... tanto Judas...&lt;br /&gt;agora no consultório.&lt;br /&gt;No diagnóstico, aquele em que vou precisar ter breve conversinha com o neuropsiquiatra, me assusto.&lt;br /&gt;alguém me viu.&lt;br /&gt;ela me viu.&lt;br /&gt;Doutorazinha esperta.&lt;br /&gt;a vbertigem foi que me despiu e lá dentro, no consultório, ela me viu.&lt;br /&gt;não pude fingir, não pude sorrir.&lt;br /&gt;antes que eu tivesse a chance de voltar a interpretar a bruaca da médica  já tinha a receita na mão e o princípio de depressão.&lt;br /&gt;Me vi ali pequena e burra a ponto de não pdoer levantar.&lt;br /&gt;ela me viu zonza, com olhos de sono, boca rachada e seca.&lt;br /&gt;me viu consada, pálida, ébria, triste.&lt;br /&gt;talvez não tenha visto o Judas em meus olhos, mas viu demais.&lt;br /&gt;é o que ela quer que o tal neuroqualquercoisa veja!&lt;br /&gt;o que não imaginam,nem ele nem ela é a surpresa que preparei!&lt;br /&gt;meu melhor sorriso. meu melhor discurso.&lt;br /&gt;um sorrir daqueles que vão abrindo devagarinho e falo apenas de dores no cortex. De resto, finjo.&lt;br /&gt;Só preciso fazer votos para que não me venha. não me sobrevenha.&lt;br /&gt;Preciso torcer para que não me aflija a vertigem - essa nem foi diagnosticada. uma lástima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é maior que eu e quando me acontece, vem a autocomiseração. a arte da autocomiseração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; a autocomiseração:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mais fácil do que possa parecer, basta ser franco.&lt;br /&gt;não franco como sua mãe seria.&lt;br /&gt;franco.&lt;br /&gt;comigo funciona bem&lt;br /&gt;em cada pedaço de carne que sustenta meus ossinhos pequenos posso ver um pedaço de vida em que cuspi fazendo a escolha errada, como Judas.&lt;br /&gt;Elas me pareciam tão certas...&lt;br /&gt;e sendo franca, pareciam porque sou cega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;agora é aguardar o proximo surto e a próxima consulta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;neuropsiquiatra. aguarde.&lt;br /&gt;Preciso torcer para que não me aflija a vertigem - essa nem foi diagnosticada. uma lástima.&lt;br /&gt;caso venha a vertigem... aí ferrou. vix, ferrou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-4052879105063229808?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/4052879105063229808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=4052879105063229808&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/4052879105063229808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/4052879105063229808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/06/consulta-vertigem-consulta.html' title='consulta, vertigem, consulta'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-3302185783614017443</id><published>2007-05-27T20:37:00.000-07:00</published><updated>2007-05-27T20:39:01.383-07:00</updated><title type='text'>tenta o quê;</title><content type='html'>às favas com o mentecapto que me inventou a porcaria da tentativa.&lt;br /&gt;Vá enfiar-se no longe e enfie a tentativa no lá também.&lt;br /&gt;A não ser que prefira ser mártir da causa&lt;br /&gt;Caso queira avise que te enforco nas tuas próprias cordas de adestrar pobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse sentir insepulto só não morre por culpa tua&lt;br /&gt;Infeliz&lt;br /&gt;Me inventa a coisa de ‘tentar’&lt;br /&gt;E é tentando que a gente se explode&lt;br /&gt;Tenta, tenta e morre um pouco de quando em quando.&lt;br /&gt;Obviamente tanta tentativa tem tanto teor de derrota que vira tédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que espera alcança espera sempre alcança espera e alcança...&lt;br /&gt;Espera o teu nariz!&lt;br /&gt;Que ânça mané ânça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai você e leva o alcança contigo.&lt;br /&gt;Batidos os dois.&lt;br /&gt;Perdi a diplomacia na última das tentativas logo ali no último quarteirão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu peito é o que fere&lt;br /&gt;Minha cara é a que quebra&lt;br /&gt;Meu corpo é o que padece&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei e cá estou.&lt;br /&gt;Tentando.&lt;br /&gt;Tento tanta coisa que esqueço tantas outras.&lt;br /&gt;Dá errado e o que dizem? “vai, leso. Continua tentando”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Farta.&lt;br /&gt;Farta. Não há mais por onde e não há mais em onde.&lt;br /&gt;bater&lt;br /&gt;esfolar&lt;br /&gt;me auto esfolo todo dia nessa coisa de tentar e tentar.&lt;br /&gt;cansada.&lt;br /&gt;chega de tentar.&lt;br /&gt;chega.&lt;br /&gt;tenta você;&lt;br /&gt;que agora eu toh tentando não tentar mais&lt;br /&gt;essa coisa de tentar.&lt;br /&gt;Vicia a gente né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem&lt;br /&gt;Tento todo dia esquecer que tenho amor&lt;br /&gt;Tento lembrar tudo de débito tudo de crédito&lt;br /&gt;Tento perder todo o medo&lt;br /&gt;Tento ficar acordada.&lt;br /&gt;Tento e só tento mesmo porque aquela coisa do ‘consegue’ ta longe, amigo.&lt;br /&gt;É.&lt;br /&gt;Lhe digo.&lt;br /&gt;Ta longe.&lt;br /&gt;Ta vendo? Tenta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-3302185783614017443?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/3302185783614017443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=3302185783614017443&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/3302185783614017443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/3302185783614017443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/05/tenta-o-qu.html' title='tenta o quê;'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-2357333910810845051</id><published>2007-05-22T18:51:00.000-07:00</published><updated>2007-05-26T07:45:56.919-07:00</updated><title type='text'>a mim. aos vinte.</title><content type='html'>Enquanto os pés semi-tocam sonho&lt;br /&gt;Enquanto as mãos semi-sentem nuvem&lt;br /&gt;Tempo é quem não me espera.&lt;br /&gt;Agouro de mim pra mim.&lt;br /&gt;E quase que te enxergo dentro&lt;br /&gt;E quase que te sinto dentro&lt;br /&gt;E semi-posso entrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semi porque não toco sonho&lt;br /&gt;Semi porque não sinto nuvem&lt;br /&gt;Quase porque tento tanto...&lt;br /&gt;E o que era logro&lt;br /&gt;É hoje jogo (que sempre perco)&lt;br /&gt;E o que era escambo&lt;br /&gt;É hoje assalto (que sempre sofro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plenos pulmões grito – espera!&lt;br /&gt;E desde 80 quando mal comecei, esse tempo descortês só me apetece&lt;br /&gt;E me tira o pouco que a custo juntei pedaço por pedaço&lt;br /&gt;E as peripécias da velhice me roubam cada estilhaço de ignorância que guardava pra perder por hoje, mas aos 15 já não a tinha mais...&lt;br /&gt;E agonizo nos verbetes&lt;br /&gt;Perversos que me enganam&lt;br /&gt;Fingem pra mim que sou livre por escrever,&lt;br /&gt;Que sou forte por agüentar.&lt;br /&gt;Falsa farsa&lt;br /&gt;Fel enganador&lt;br /&gt;Que tomo aos goles todo dia pra acordar e ver longe o tal sonho&lt;br /&gt;Nuvem&lt;br /&gt;Amor&lt;br /&gt;Ah e este último merece a linha inteira&lt;br /&gt;Até essa aqui também.&lt;br /&gt;E essa. esmorece a paciência da mais alta divindade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente aguarda, ouve, chora e doa.&lt;br /&gt;Aí é promovido. Vira amigo.&lt;br /&gt;Inferno.&lt;br /&gt;Amigo o raio que o parta.&lt;br /&gt;E a porcaria do tempo escoa.&lt;br /&gt;Duas dezenas.&lt;br /&gt;Duas décadas.&lt;br /&gt;Espero feito areia&lt;br /&gt;Aquela inerte esperando o sal da água verde do oceano lhe gracejar a vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o desatino de molhar o amor pra ver crescer é  que me corto e ponho sal pra arder.&lt;br /&gt;Talvez eu seja areia ferida e o mar salgado bule comigo&lt;br /&gt;E me escapa o ar lamurioso, bem grito mesmo.&lt;br /&gt;Sal na ferida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tempo é quem não me espera&lt;br /&gt;E achava ruim. Mesmo. Aí vomito o pior.&lt;br /&gt;Tempo é quem vai apagar cada firula que te fiz,&lt;br /&gt;E cada acréscimo que te dei&lt;br /&gt;E cada verso que te escrevo&lt;br /&gt;E cada “eu” que te doei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí não toco sonho nenhum&lt;br /&gt;E a merda da nuvem&lt;br /&gt;A queda não me amortece.&lt;br /&gt;O olho é que se enternece&lt;br /&gt;Vendo o que me fiz até aqui.&lt;br /&gt;Vendo o que fiz. o que. que. nada.&lt;br /&gt;Aí digo “semi-toco sonho”&lt;br /&gt;Pra fingir que “semi” me faz perto de tocá-lo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-2357333910810845051?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/2357333910810845051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=2357333910810845051&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/2357333910810845051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/2357333910810845051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/05/mim-aos-vinte.html' title='a mim. aos vinte.'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-3816641915498856742</id><published>2007-05-20T12:08:00.000-07:00</published><updated>2007-05-20T12:14:56.090-07:00</updated><title type='text'>às escondidas</title><content type='html'>então entra.&lt;br /&gt;pode entrar.&lt;br /&gt;entra, mas aqui no fundo.&lt;br /&gt;entra na porta de trás.&lt;br /&gt;não quero que nos vejam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;entra, eu disse!&lt;br /&gt;pode entrar!&lt;br /&gt;entra e fecha logo a porta.&lt;br /&gt;fale baixo. sabe sussurrar?&lt;br /&gt;melhor. não fale.&lt;br /&gt;nem fale.&lt;br /&gt;não quero que nos ouçam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;melhor! MELHOR!&lt;br /&gt;me escreva!&lt;br /&gt;isso!&lt;br /&gt;conte-me tudo!&lt;br /&gt;conte-me mais!&lt;br /&gt;somos amigos, não?&lt;br /&gt;sejamos amigos!&lt;br /&gt;mas, aqui no fundo.&lt;br /&gt;aqui no fundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;aliás, nem precisa vir.&lt;br /&gt;me escreva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;se quiser...&lt;br /&gt;pode vir.&lt;br /&gt;venha.&lt;br /&gt;fique um pouco.&lt;br /&gt;avise e te espero.&lt;br /&gt;aqui atrás.&lt;br /&gt;venha na noite.&lt;br /&gt;não quero que nos notem.&lt;br /&gt;mas venha.&lt;br /&gt;entra, senta.&lt;br /&gt;espera, fica.&lt;br /&gt;fica um pouco.&lt;br /&gt;um pouco.&lt;br /&gt;um&lt;br /&gt;pouco.&lt;br /&gt;só.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-3816641915498856742?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/3816641915498856742/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=3816641915498856742&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/3816641915498856742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/3816641915498856742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/05/s-escondidas.html' title='às escondidas'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-6493480657330841068</id><published>2007-05-13T03:30:00.000-07:00</published><updated>2007-06-22T17:52:36.427-07:00</updated><title type='text'>Moribunda - depoimento</title><content type='html'>Depois de "mal bom", sucesso laboratorial, hei de alertar o leitor amigo a respeito da enfermidade oxidante que despluma, despolpa, desnuda, destudo.&lt;br /&gt;este entretanto, tomo como estudo de caso em depoimento particular.&lt;br /&gt;acompanhe:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- até parece que o copéde por quem tomei amor não é quimera sibilante de momento...&lt;br /&gt;sei que é. é que esqueço...&lt;br /&gt;é fábula, historieta.&lt;br /&gt;o duro é que é gangrena tal qual fosse real.&lt;br /&gt;queria que fosse.&lt;br /&gt;sabe-se que na inocação (repare no nome de doença. típico) deve haver o mancebo que provoque os primeiros sinais do padecer.&lt;br /&gt;vem afinidade em intelecto.&lt;br /&gt;música, livro, som. aí então é movediço.&lt;br /&gt;as mariposas dançam acima da bexiga ou nela mesmo.&lt;br /&gt;os olhos tomam forma inflamável. corpo vira ar e a vida que antes era boa fica vazia e depois boa de novo.&lt;br /&gt;e a quem atribui-se o novo preenchimento? mancebo.&lt;br /&gt;até aí é comedido e classificado "amizade boa", "quase irmandade".&lt;br /&gt;então não há melhor momento que aquele em que se observa, ouve, absorve as palavras saídas do meliante (e derivados) e o incontido impulso de ouvi-lo, observa-lo e privilegia-lo com o que eu tenho de melhor.&lt;br /&gt;compartilhar o que eu guardaria apenas pro meu próprio deleite.&lt;br /&gt;alcançada tal edema, não há retorno.&lt;br /&gt;o lúgubre do mal se deu.&lt;br /&gt;lamente ter alimentado a quimera e te-la feito crescer.&lt;br /&gt;é tarde.&lt;br /&gt;e que fique claro: se fosse recíproco ainda, nem mal seria...&lt;br /&gt;mas é efêmero, nocivo, insópito.&lt;br /&gt;problema é vê-lo eterno e inócuo.&lt;br /&gt;não é.&lt;br /&gt;se deve haver qualidade a ser citada é o altruísmo que embala o caminho do matadouro.&lt;br /&gt;enamourou-se então....?&lt;br /&gt;sinto muito e alerto. ele é melindroso.&lt;br /&gt;engoda a alma.&lt;br /&gt;engoda até engodo.&lt;br /&gt;e hoje, além de mal bom, adquiro também o que chamamos de "quimera do outro".&lt;br /&gt;o que se desenvolve no conviver, cuidar, querer e escutar.&lt;br /&gt;a casualidade não mais satisfaz e a gente quer hora e lugar.&lt;br /&gt;diagnosticar é simples.&lt;br /&gt;é recíproco? ora! realmente encontraste, meu jovem, seu outro você perdido nos perdizes.&lt;br /&gt;agora, se as mariposas só tem pista de dança na SUA bexiga, lhe digo boquejando: já prescrevo terapia.&lt;br /&gt;a catástrofe é ser imperceptível a princípio, inevitável em seu desenrolar e no fim, irreversível.&lt;br /&gt;é como dizem... pra morrer, basta estar, estar... hun. estar... enamorado por mancebo perdiz.&lt;br /&gt;lamento.&lt;br /&gt;morrer de mal bom é honradez.&lt;br /&gt;morrer de quimera é definhar até não haver mais água a expelir pelos olhos.&lt;br /&gt;e a antífrase de tudo é que eu realmente não voltaria. alimento quimera gorda feito angorá.&lt;br /&gt;como diziam sábios bibliofônicos, "não se turbe o vosso coração".&lt;br /&gt;antídoto existe.&lt;br /&gt;tornar recíproco&lt;br /&gt;tornar câmbio&lt;br /&gt;tornar permuta.&lt;br /&gt;então vem a cura e a "quimera do outro" vira "ombro pra sempre".&lt;br /&gt;e o mancebo passa a ser o perdiz perdido. passa a ser seu outro você que te tem e pronto.&lt;br /&gt;um pouco de repouso e logo vem a alta definitiva.&lt;br /&gt;caso contrário,&lt;br /&gt;morte é certa.&lt;br /&gt;ah, dualidade maniqueísta...&lt;br /&gt;alta/funeral&lt;br /&gt;bem. consulte seu médico periodicamente&lt;br /&gt;faça exame preventivo de quando em quando&lt;br /&gt;nunca se sabe.&lt;br /&gt;eu? pereço feliz até que o faça tomar amor em mim.&lt;br /&gt;de outra feita, meu lamento é mesmo por quem não padece.&lt;br /&gt;até hoje lembram dos judeus, não lembram?&lt;br /&gt;pois bem.&lt;br /&gt;padeço então não para que me recordem como ao holocausto mas para que desfrute de cada pedaço de entremente de vida.&lt;br /&gt;ainda que seja doença, mentira, biltre, blefe.&lt;br /&gt;antes definhar de experimento que morrer de tédio.&lt;br /&gt;e tenho dito.&lt;br /&gt;espero que me tome amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;explanada sintomática por completo, fica o alerta. prevenir? ah, não vale. exponha-se. depois damos jeito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-6493480657330841068?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/6493480657330841068/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=6493480657330841068&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/6493480657330841068'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/6493480657330841068'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/05/moribunda-return.html' title='Moribunda - depoimento'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-28269697501270214</id><published>2007-05-12T07:10:00.000-07:00</published><updated>2007-05-26T07:56:09.433-07:00</updated><title type='text'>vide</title><content type='html'>haja vista o tamanho da empreitada atrás do perdiz que, coitado, corre feito perdiz atrás de outro desses perdizes perdidos, o tal perecedouro de amor até parece e se torna mesmo tenaz. acaba por parecer mesmo.&lt;br /&gt;e a peregrinação rumo ao desconhecido do outro (de quem tanto falo) perduraria toda vida não fossem esses lapsos scatterbrainianos que me sobrevem volta e meia.&lt;br /&gt;a gente vai cultivando essa larva filha da mãe até a ladina tomar conta de vez e pra cair na lucidez, só com laringoscopia mesmo.&lt;br /&gt;aí a larva vira bicho e come a gente.&lt;br /&gt;e sabe Deus se você também não é larva de alguém...&lt;br /&gt;eu sou...?&lt;br /&gt;parece lanugem em cara de moleque que quando vê já enfeiou o pobre.&lt;br /&gt;maldição! fica uma ova!&lt;br /&gt;de a volta e vá embora.&lt;br /&gt;larva que me come coração, rim, fígado.&lt;br /&gt;quero é morrer de mal bom&lt;br /&gt;que larva? lhe digo.&lt;br /&gt;calendário reformado por Júlio César em 46 anstes de Cristo.&lt;br /&gt;e vai ficar assim mesmo em suspenso.e tenho dito.&lt;br /&gt;vide minha vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-28269697501270214?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/28269697501270214/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=28269697501270214&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/28269697501270214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/28269697501270214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/05/vide.html' title='vide'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-3559455918571001799</id><published>2007-05-11T18:29:00.000-07:00</published><updated>2007-05-11T19:19:38.400-07:00</updated><title type='text'>o que acontece:</title><content type='html'>sabe velha lavando calçada e a água entrando nas frestas em tudo que é fresta em tudo que é espaço em tudo que é coisa?&lt;br /&gt;sabe casa de madeira velha em dia de sol&lt;br /&gt;bem cedo do dia&lt;br /&gt;bem cedo...&lt;br /&gt;a luz na retina ferindo o olho?&lt;br /&gt;sabe perfume barato fragrância de doce em saleta de SUS na entrada lotada que invade a narina da gente?&lt;br /&gt;quem vem não importa veto, lacre, nada.&lt;br /&gt;entra sem licitação e já está com os pés na mesa?&lt;br /&gt;segue sem porta que impeça&lt;br /&gt;e o outro descobre o meu outro guardado e eu vejo o outro escondido guardado do outro.&lt;br /&gt;sei ser água.&lt;br /&gt;sei ser luz&lt;br /&gt;sei ser cheiro.&lt;br /&gt;e me entra e me descobre&lt;br /&gt;e te entro e te descubro&lt;br /&gt;somos água&lt;br /&gt;somos luz&lt;br /&gt;somos cheiro&lt;br /&gt;e nos sabemos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-3559455918571001799?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/3559455918571001799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=3559455918571001799&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/3559455918571001799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/3559455918571001799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/05/o-que-acontece.html' title='o que acontece:'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-2358998730639282184</id><published>2007-05-10T19:21:00.000-07:00</published><updated>2007-05-10T19:37:52.347-07:00</updated><title type='text'>.segredo</title><content type='html'>senta aqui&lt;br /&gt;eu conto o segredo&lt;br /&gt;conto do medo que eu guardo em telúrio&lt;br /&gt;faz tempo que guardo e garanto segredo&lt;br /&gt;que tange o friável do bobo do medo&lt;br /&gt;que nem medo é, já virou cautela&lt;br /&gt;por causa do tempo, esse bobo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;convence a gente de tudo&lt;br /&gt;que amor é ternura&lt;br /&gt;que dor é baléla&lt;br /&gt;que abraço é dispensa&lt;br /&gt;que beijo é carinho&lt;br /&gt;tempo engana gente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;amor é grande, gordo e faminto que se molha e vê crescer&lt;br /&gt;dor, sofrer bonito que se sangra, que se estanca.&lt;br /&gt;bênção é sorte mentira. é porte de arma. é poder.&lt;br /&gt;beijo é amor em dose aleopádica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;hein, senta aqui&lt;br /&gt;eu conto segredo&lt;br /&gt;antes de tempo nem tinha medo&lt;br /&gt;me disse "pondera"&lt;br /&gt;me disse "espera"&lt;br /&gt;aí caí&lt;br /&gt;agora,&lt;br /&gt;amor parece ternura (mais ainda é bem amor daquele)&lt;br /&gt;foi-se a ventura&lt;br /&gt;que teria eu vivido&lt;br /&gt;não fosse o tempo&lt;br /&gt;me ter feito esquecido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ímpeto, chamei de infância&lt;br /&gt;tal amor chamei de ternura&lt;br /&gt;dor fiz amiga&lt;br /&gt;culpa é verdade&lt;br /&gt;e a rima demodé&lt;br /&gt;esqueci que era segredo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-2358998730639282184?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/2358998730639282184/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=2358998730639282184&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/2358998730639282184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/2358998730639282184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/05/segredo.html' title='.segredo'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-7206360868622462674</id><published>2007-05-03T17:53:00.000-07:00</published><updated>2007-05-03T18:15:39.964-07:00</updated><title type='text'>fica</title><content type='html'>bem podia sair daqui de dentro essa coisa que eu nem deixei entrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;podia dar ordem pra exílio mas autoridade nem tenho...&lt;br /&gt;tanto que não o detive. não pude. sou pequena, cansativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;podia expulsa-lo assim ... cansando.&lt;br /&gt;não quero. nem posso. então fique. e pronto. ficamos os dois.&lt;br /&gt;me fere e não suporto&lt;br /&gt;mas fica&lt;br /&gt;sou tola por querer dar o que devo guardar para ter o que certamente vou perder.&lt;br /&gt;mas fica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-7206360868622462674?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/7206360868622462674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=7206360868622462674&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/7206360868622462674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/7206360868622462674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/05/fica.html' title='fica'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-1533172425644828331</id><published>2007-05-03T17:46:00.000-07:00</published><updated>2007-05-03T17:52:56.657-07:00</updated><title type='text'>Não há quem prefira libélulas....</title><content type='html'>Há de ser que tenha sido&lt;br /&gt;numa folha seca dessas&lt;br /&gt;que perdi o rumo certo&lt;br /&gt;e tornei-me libélula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há de ser que tenha havido&lt;br /&gt;um momento certo, exato&lt;br /&gt;em que perdi o futuro&lt;br /&gt;10 anos planejado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e ainda que eu tenha sido&lt;br /&gt;num desses meus passados...&lt;br /&gt;um peixe, um pato&lt;br /&gt;um passo certo,&lt;br /&gt;hoje sou libélula de passo errado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;aliás... nem tornei-me!&lt;br /&gt;não tornei a mim...&lt;br /&gt;fui batizada&lt;br /&gt;"te declaro libélula"&lt;br /&gt;"te conclamo libélula"&lt;br /&gt;"te batizo libélula"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;então agora sou.&lt;br /&gt;e o que dizem "libélula"?&lt;br /&gt;borboleta feia da noite&lt;br /&gt;da tarde&lt;br /&gt;sem flor&lt;br /&gt;não que eu goste&lt;br /&gt;não reclamo&lt;br /&gt;prefiro mesmo&lt;br /&gt;mas há quem prefira?&lt;br /&gt;não há quem prefira libélulas...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-1533172425644828331?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/1533172425644828331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=1533172425644828331&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/1533172425644828331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/1533172425644828331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/05/no-h-quem-prefira-liblulas.html' title='Não há quem prefira libélulas....'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-8071997721379147927</id><published>2007-04-29T04:58:00.000-07:00</published><updated>2007-04-29T05:05:03.866-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>é aí que a gente pensa se valeu.&lt;br /&gt;é aí que a gente vê que valeu nada...&lt;br /&gt;é aí que a gente vê que vale nada.&lt;br /&gt;é aí que a gente pensa se sofreu, se doeu. A gente mede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é aí que a gente leva a pancada&lt;br /&gt;e é assim que a gente aguarda a nossa vez.&lt;br /&gt;e é aí que a gente lembra Dele&lt;br /&gt;chora pra Ele&lt;br /&gt;grita pra Ele&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é aí que a gente vê que morre.&lt;br /&gt;lembra que morre.&lt;br /&gt;lembra que morre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;só assim que a gente chora de verdade. bem amargo. bem doído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é aí que a gente vê que não controla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pão, chão, café, vinagre.&lt;br /&gt;vida,&lt;br /&gt;dia, noite,&lt;br /&gt;dorme, acorda, todo dia.&lt;br /&gt;então a gente leva um soco e olha pra vida.&lt;br /&gt;um tapa na cara.&lt;br /&gt;um soco.&lt;br /&gt;surra.&lt;br /&gt;aí a gente vê que não vale&lt;br /&gt;e vê quanta coisa...&lt;br /&gt;tanta coisa...&lt;br /&gt;é aí que a gente corre.&lt;br /&gt;medo.&lt;br /&gt;se esconde&lt;br /&gt;e abraça e chora e passa e volta.&lt;br /&gt;pão, chão, café, vinagre.&lt;br /&gt;vida,&lt;br /&gt;dia, noite,&lt;br /&gt;dorme, acorda, todo dia.&lt;br /&gt;é aí que a gente morre.&lt;br /&gt;bem aquei dentro da gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;andreas/andréia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-8071997721379147927?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/8071997721379147927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=8071997721379147927&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/8071997721379147927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/8071997721379147927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/04/que-gente-pensa-se-valeu.html' title=''/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-1162350292998056883</id><published>2007-04-27T19:04:00.000-07:00</published><updated>2007-04-27T20:20:10.681-07:00</updated><title type='text'>moribunda</title><content type='html'>Aquela habilidade de cativar cognitiva, quase crônica com que alguns nascem pode ser adquirida no contato igual catapora. igualzinho! E aquele ímpeto de euforia frenético, quase lúdico com que alguns nascem pode ser adquirido no habitat do animal portador também. Até aquele sintoma insano do riso constante, quase pandêmico com que alguns nascem pode ser capturado num pote para ser utilizado quando convier. Creio que até o repertório do bem viver é algo a ser adaptado dentro do universo paralelo dos que sofrem da anomalia descrita.&lt;br /&gt;       Obviamente os nascidos portadores de todas as características dantes citadas ainda permanecem na conhecida fase de negação. Ainda que aquele probleminha da morte (que hodiernamente vai cercando os pobrezinhos) se manifeste, não há o que temer. Os sintomas são constantes, gradativos e tendem a piorar.&lt;br /&gt;       Penso que o contágio eufórico (ainda que tratemos das já citadas ladies) e a capacidade peculiar de sorrir são concedidos aos que sabem padecer do malefício da alegria constante - ainda que o sofrer pareça mais atraente.&lt;br /&gt;                  Não que sofrimento não faça parte do perfil anômalo citado. É inerente a todos e não seria negado a estes. O fato é que os tais apenas ignoram a dor e modificam a problemática do sofrimento. As vezes gritam. Aliás, como gritam estes! A plenos pulmões como se voz fosse vento. E as mãos? No ar em movimentos circulares. Sobrancelhas ressaltadas (ora a esquerda, ora a esquerda – é. Só têm habilidade motora eficaz com a esquerda. Alguns até tem sucesso com a direita. São raros. Conheço um.)&lt;br /&gt;            Veja você, leitor amigo, interessado nas peripécias da ciência, quão gloriosa é a sintomática da sofreguidão... o pobre nem parece pobre dada a faceta da praga. Ri-se a todo tempo e faz rir quem perto estiver (como catapora, lembra?). “é coisa do cão”, diria a antiga geração. Classifico como doença pelo malefício da dificuldade de choro, dificuldade de manifestação da dor. É do que morrem. De não poder doer. De não poder chorar. É do que sofrem. É do que padecem. Uma pena. Tão alegres... cura penso não ter. talvez tratamento que amenize o opróbrio, mas cura cura mesmo, pra inventar. “é que a responsabilidade da abstinência quanto ao choro é relacional, é social”, dizem estes. É pra negar a doença... pobres.&lt;br /&gt;            A dificuldade no que concerne à manifestação do choro, dor, fraqueza e genéricos é por estes atribuída à responsabilidade com o próximo e à figura que lhes é imputada do “bom provedor” de sentimentos entorpecentes (daqueles que ludibriam mesmo... o tal êxtase de alegria e semelhantes).&lt;br /&gt;            Cientificamente, convenhamos.. Não há objeções quanto aos sintomas já que parecem benéficos à primeira vista. E o são! Porém apenas para os que não sofrem do mal e acabam por tirar proveito dos adoentados. O proveito que menciono é bem aquele que classificamos vulgarmente como “ombro amigo” utilizado em ocasiões de abalo emocional por assintomáticos ou pelos que realmente não sofrem do mal.&lt;br /&gt;            O “são” faz uso do “doente” e de suas habilidades auditivas para as mais variadas atividades confessionais em seus debilitados ouvidos; desde subjugar pessoas, confidenciar pecados dos mais sórdidos, solicitar aconselhamentos sem cerne até desabafos que apenas ao seu dono caberiam.&lt;br /&gt;            Atitude que compele a vítima a oprimir ainda mais sua capacidade de sofrer e chorar catalisado a penalidade máxima vulgo morte. A nobreza do mal é padecer sorrindo. A singeleza do sorriso sintomático que não poderemos jamais associar ao automático, diga-se de passagem. Ainda que por doença, o sorriso, o gargalho e tantas outras características são absolutamente reais. O que torna o padecer ainda mais veloz.&lt;br /&gt;            A abordagem do tema vem senão alertar o leitor no que diz respeito ao contágio (como citado acima é rápido e irrevogável) e à solidariedade com os que sofrem do mal descrito. Chamo de mal do bom. Porque ele é bom.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-1162350292998056883?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/1162350292998056883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=1162350292998056883&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/1162350292998056883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/1162350292998056883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/04/moribunda.html' title='moribunda'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-4666159244174594497</id><published>2007-04-24T17:30:00.000-07:00</published><updated>2007-04-26T16:24:22.564-07:00</updated><title type='text'>analogia  (revisto e censurado)</title><content type='html'>bem quando me vejo só&lt;br /&gt;é quando eu me vejo mais&lt;br /&gt;e eu sei que há alguém pra me libertar.&lt;br /&gt;enquanto eu me sinto só é quando eu me sinto mais&lt;br /&gt;e eu sei&lt;br /&gt;bem sei que existe alguém que pode ver bem mais&lt;br /&gt;e quando eu me pego só é quando eu me entendo mais&lt;br /&gt;eu sei&lt;br /&gt;pode nascer alguém que vê em mim o meu melhor&lt;br /&gt;e quando eu me encontro só é quando eu me encontro mais&lt;br /&gt;eu sei&lt;br /&gt;ao certo existe alguém que vai me encontrar...&lt;br /&gt;e quando eu me sinto só é quando eu me grito mais&lt;br /&gt;eu sei&lt;br /&gt;bem certo&lt;br /&gt;existe alguém que pode ser bem mais que eu&lt;br /&gt;e quando se sentir bem só&lt;br /&gt;é quando vai sentir-se mais e saberá que existe alguém que poderá o enxergar&lt;br /&gt;e quando eu me sinto só&lt;br /&gt;é quando eu me doo mais&lt;br /&gt;e a dor amiga dá visão do que não puder ver&lt;br /&gt;entendo que talvez seja melhor doer&lt;br /&gt;bem quando eu me encontro em paz é quando eu nem me vejo mais&lt;br /&gt;e penso: deve existir alguém que certamente pode mais que eu&lt;br /&gt;e quando eu me sinto só é quando eu escrevo mais&lt;br /&gt;e as palavras vem dizer que só com as palavras posso, e quero, e devo me sentir bem mais.&lt;br /&gt;a dor que anda em mim passeia tanto&lt;br /&gt;que zonzeia a paz que mora bem no canto esquerdo do meu peito&lt;br /&gt;e sem motivo faz a dor maior ser bem menor&lt;br /&gt;deve ser o tal alguém que aguardo tanto e vejo que nem sou tão só pois tenho a mim e o meu pensar&lt;br /&gt;e posso ser bem mais que alguém que pode bem me encontrar&lt;br /&gt;e quando eu me sentir tão só&lt;br /&gt;ele será aquele a quem espero e quero e peço&lt;br /&gt;"venha, tenho tanto a lhe mostrar...&lt;br /&gt;senta aqui no canto acima, lado esquerdo, dentro do meu peito.&lt;br /&gt;então te vejo bem aquele que ninguém consegue enxergar "&lt;br /&gt;tomara Deus que veja a mim&lt;br /&gt;quando eu me sinto só é quando me pergunto mais se vale ser assim tão simples&lt;br /&gt;quando eu me sinto só é sempre&lt;br /&gt;quando eu me sinto só? agora&lt;br /&gt;quando me vejo só me vejo&lt;br /&gt;quando me pego só é certo que me sinto mais&lt;br /&gt;é certo que enxergo mais&lt;br /&gt;o que não pude ver&lt;br /&gt;cegada pela turva, calva, derradeira paz&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-4666159244174594497?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/4666159244174594497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=4666159244174594497&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/4666159244174594497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/4666159244174594497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/04/bem-quando-me-vejo-s-quando-eu-me-vejo.html' title='analogia  (revisto e censurado)'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-8078124523611622049</id><published>2007-04-22T20:01:00.001-07:00</published><updated>2007-04-26T17:52:04.350-07:00</updated><title type='text'>adivinha</title><content type='html'>pequena fé minha&lt;br /&gt;ante o nobre sonhar (esse seu)&lt;br /&gt;seu tapete da frente&lt;br /&gt;lá que escondes a vida&lt;br /&gt;dantes vivida...&lt;br /&gt;limpo meus pés pra entrar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;digo como se não tivesse pulado a janela&lt;br /&gt;escondida, quieta&lt;br /&gt;ouvindo o tilintar dos sonhos&lt;br /&gt;batendo uns nos outros&lt;br /&gt;distintos, distantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tão pequena a sorte minha&lt;br /&gt;ante o seu "nobre" falar&lt;br /&gt;seu controle dos verbos, auqeles situacionais&lt;br /&gt;prediz todos meus versos&lt;br /&gt;suplanta meus laços&lt;br /&gt;prediz minhas ações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;digo como se não tivesse saber sobre o logro que és&lt;br /&gt;finjo que entro nos teus verbetes&lt;br /&gt;tento enxergar tuas entranhas&lt;br /&gt;finjo, finjo e sou logro também&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;inverossimilhança o que me fazes crer&lt;br /&gt;dono dos verbos&lt;br /&gt;dono dos versos&lt;br /&gt;dono dos laços&lt;br /&gt;lhe dgo: sou ladina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;controla e prediz o que sai dos meus lábios&lt;br /&gt;por acaso pensaste que talvez... talvez...&lt;br /&gt;possa eu também predizer predições?&lt;br /&gt;Pensaste já que talvez que eu prevejo teus atos e calhe a mim lograr teir logros?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho os mesmo ardis&lt;br /&gt;ainda que me falte o poder que tens&lt;br /&gt;sobre todas situações&lt;br /&gt;sei do seu logro&lt;br /&gt;se do ardil&lt;br /&gt;e os tenho também&lt;br /&gt;em menor escala, é certo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tão pequena a astúcia minha&lt;br /&gt;que penso “certamente ele compreenderá cada verbete nesse post”&lt;br /&gt;e me esqueço que cada palavra sua é metrificada, melimetrada&lt;br /&gt;seu poder situacional&lt;br /&gt;seu poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e agora vejo teus andares sobre a testa, franzida&lt;br /&gt;diante dos versos saídos&lt;br /&gt;sem muito pensar&lt;br /&gt;dos dedos inícuos&lt;br /&gt;sujos&lt;br /&gt;secos meus&lt;br /&gt;que desenham&lt;br /&gt;desenham você&lt;br /&gt;ou o pedaço teu&lt;br /&gt;que eu pedi pra entrar&lt;br /&gt;e o que roubei também.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-8078124523611622049?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/8078124523611622049/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=8078124523611622049&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/8078124523611622049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/8078124523611622049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/04/to-pequena-f-minha-ante-o-teu-nobre.html' title='adivinha'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-1859529566796764619</id><published>2007-04-18T19:06:00.000-07:00</published><updated>2007-04-18T19:18:46.502-07:00</updated><title type='text'>meu bel</title><content type='html'>mal me achaste&lt;br /&gt;foste ouvir&lt;br /&gt;bem meu bel&lt;br /&gt;meu decibel&lt;br /&gt;veio ver&lt;br /&gt;o planetóide&lt;br /&gt;onde vivo&lt;br /&gt;um mausoléu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mal me viste&lt;br /&gt;bem cuspistes&lt;br /&gt;nos meus pés&lt;br /&gt;pequenos pés&lt;br /&gt;pro prosápia&lt;br /&gt;de amantes&lt;br /&gt;como fôsse&lt;br /&gt;seu papel...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;propalando meus segredos&lt;br /&gt;espalhando todos medos&lt;br /&gt;invertendo sofrimento&lt;br /&gt;invertendo toda dor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;já ouviste "privativo"?&lt;br /&gt;não me invada o planetóide&lt;br /&gt;tire o pé da minha mesa&lt;br /&gt;e esqueça já meu bel!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não te quero ver nem perto&lt;br /&gt;não te quero ver nem longe&lt;br /&gt;não ver-te, ter-te&lt;br /&gt;não preciso nem responde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vá embora jogue fora&lt;br /&gt;a memória do meu bel&lt;br /&gt;não me ouça&lt;br /&gt;não me acolha&lt;br /&gt;esqueça agora o decibel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mal me viste&lt;br /&gt;e invadiste&lt;br /&gt;o planetóide&lt;br /&gt;mausoléu&lt;br /&gt;onde vivo&lt;br /&gt;bem sozinha&lt;br /&gt;larilando o decibel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;bem aqui eu fico e presa&lt;br /&gt;não aceito assim surpresa&lt;br /&gt;quero só ficar pra sempre&lt;br /&gt;com meu bel&lt;br /&gt;então esqueça&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-1859529566796764619?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/1859529566796764619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=1859529566796764619&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/1859529566796764619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/1859529566796764619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/04/meu-bel.html' title='meu bel'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-3748728849678122342</id><published>2007-04-16T17:17:00.000-07:00</published><updated>2007-04-16T18:07:11.901-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>acredito em tanta&lt;br /&gt;tanto&lt;br /&gt;tudo&lt;br /&gt;e só,&lt;br /&gt;sã,&lt;br /&gt; só .&lt;br /&gt;que seja meu o problema&lt;br /&gt;que seja eu quem resolva&lt;br /&gt;que seja eu quem me ouça&lt;br /&gt;que não se ofereça quem não pode&lt;br /&gt;que não me diga que pode&lt;br /&gt;então que meu ouça eu&lt;br /&gt;apenas eu me ouça&lt;br /&gt;e me chore&lt;br /&gt;me lamente&lt;br /&gt;me ignore&lt;br /&gt;que eu me apoie&lt;br /&gt;me apoie em mim&lt;br /&gt;e resolva a mim&lt;br /&gt;e ame a mim&lt;br /&gt;e que seja&lt;br /&gt;so&lt;br /&gt;sã&lt;br /&gt;só sempre.&lt;br /&gt;que eu me chore&lt;br /&gt;só eu chore a mim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-3748728849678122342?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/3748728849678122342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=3748728849678122342&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/3748728849678122342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/3748728849678122342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/04/acredito-em-tanta-tanto-tudo-e-s-s-s.html' title=''/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-624483876611322905</id><published>2007-04-14T18:40:00.000-07:00</published><updated>2007-04-14T18:45:06.777-07:00</updated><title type='text'>conselho</title><content type='html'>Mortifica o medo e sente muito&lt;br /&gt;diga que sente&lt;br /&gt;         ainda que custe, diga&lt;br /&gt;sempre custa...&lt;br /&gt;corre. cai... é o que fazem&lt;br /&gt;                                   acredita!&lt;br /&gt;absolutamente crédulo&lt;br /&gt;céticos perdem ludibriações das mais preciosas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça doer.&lt;br /&gt;ausência de dor é rotina&lt;br /&gt;prefira que doa.&lt;br /&gt;ou você pode viver todos os dias este mesmo dia...&lt;br /&gt;é que dor é ferida&lt;br /&gt;                    tempo&lt;br /&gt;                    cicatriz&lt;br /&gt;                  é lembrança&lt;br /&gt;Permaneça&lt;br /&gt;todos sempre vão...&lt;br /&gt;então seja crédulo&lt;br /&gt;caia&lt;br /&gt;sinta.&lt;br /&gt;tanta dor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-624483876611322905?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/624483876611322905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=624483876611322905&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/624483876611322905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/624483876611322905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/04/conselho.html' title='conselho'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-2211247025758903529</id><published>2007-04-12T23:27:00.000-07:00</published><updated>2007-04-26T16:39:27.693-07:00</updated><title type='text'>Minueto  (revisto e censurado)</title><content type='html'>É bem como se fôssemos minueto e trio.&lt;br /&gt;como se não temessemos coletivo, plural.&lt;br /&gt;como se fôssemos&lt;br /&gt;minuetássemos&lt;br /&gt;em três por quatro&lt;br /&gt;e em humor elevado e suspensos, todos nós.&lt;br /&gt;e em rondó circular&lt;br /&gt;como se coisas fossem mesmo apenas coisas e pessoas fossem pessoas&lt;br /&gt;é como se simplificassemos&lt;br /&gt;como se fôssemos bem aquele nó&lt;br /&gt;e o sendo, permitissemos o desate.&lt;br /&gt;como se controlassemos mesmo o desatar...&lt;br /&gt;como se fossemos dodecafônicos&lt;br /&gt;supersonicos&lt;br /&gt;polifonicos&lt;br /&gt;emitíssemos sons&lt;br /&gt;nos fazendo entender os incomunicáveis de sentir e ser.&lt;br /&gt;não somos.&lt;br /&gt;harmonicamente distantes&lt;br /&gt;semínimos&lt;br /&gt;semifusos&lt;br /&gt;difusos em terminologias&lt;br /&gt;e nos vestimos ainda que esteja quente&lt;br /&gt;nos vestimos de outros e por instantes os somos&lt;br /&gt;e então somos vários e apenas um os finge a todos.&lt;br /&gt;como se flutuassemos&lt;br /&gt;mas não somos&lt;br /&gt;tão mais fácil se minuetássemos...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-2211247025758903529?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/2211247025758903529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=2211247025758903529&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/2211247025758903529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/2211247025758903529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/04/minueto.html' title='Minueto  (revisto e censurado)'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/SEBF95z6KvI/AAAAAAAAAFU/4A-Hgjep89Q/S220/post.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4514045485479353039.post-5858283716057786543</id><published>2007-04-12T22:26:00.000-07:00</published><updated>2007-04-22T20:14:57.540-07:00</updated><title type='text'>&lt;&gt;</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_uHliYgIo8Vw/Rh8VMtB8HQI/AAAAAAAAAAM/8ody15k0S9A/s1600-h/1172389486_f.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Sou pedaço de pluma na fresta de luz&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pequena dançando na sua janela&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Me sopra com vento&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Me deixa voar&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Me deixa no sol&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Me deixa escapar&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Aquele pedaço de pluma no dedo&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Bem na pontinha do seu anelar&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Me sopra com vento&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Me deixa voar&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Me deixa no sol&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Me deixa escapar&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Me deixa fugir, me põe na janela&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Lá fora na chuva&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O medo me espera&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4514045485479353039-5858283716057786543?l=tschh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tschh.blogspot.com/feeds/5858283716057786543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4514045485479353039&amp;postID=5858283716057786543&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/5858283716057786543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4514045485479353039/posts/default/5858283716057786543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tschh.blogspot.com/2007/04/sou-pedao-de-pluma-na-fresta-de-luz.html' title='&lt;&gt;'/><author><name>lélhens</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07960502818088786972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' 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