20071002



son coeur est un luth suspendu;

sitôt qu'on le touche, il résonne.

Falo da vertigem que em toma.
Não como antes,
feito fel de melindres
feito mal descarado.
Falo da vertigem que me toma feito bem
Que aquece aquele frio do vazio de ter que descobrir um mundo sozinha.
Falo da vertigem que me toma
Bem no momento em que seu olho pequeno fica menor com meus guizos infantis, e vc ri...
Falo do opaco que me toma, raciocínio rápido, ligeiro me some
E leva cada bom argumento que ensaiei te pedindo pra ficar
No certo
No seguro
No correto
No calor
Mas o torto, tempestuoso, estranho, incomum
Tão mais atraentes...
Mais atraentes que garota sem segredo...
Que menina sem idade.
Falo do desejo [incontrolável] que me toma
De descobrir cada ‘vc’ que há pra descobrir;
Até esses aí que nem vc sabe quem são...
Pretensão minha
Eu que tenho tão pouco...
Tão pouco...
E o pouco, quase nada quase some
Quando seu olho miúdo me aparece e me ri sacudindo a fagulha de tentar que sobrou aqui dentro.
E aquele pacote grande de argumentos torpes que a sagacidade me soprou virou pacotinho quando a tal fagulha enrubesceu de vergonha da minha pequenez
Aí me sobra esse quase nada que sei
Com o quase tudo que ainda há pra descobrir e o quase sempre que não temos...
Te ofereço o quase nada que sei somado ao seu e o mundo que hgá pra descobrir aí dentro, que talvez, só quem não saiba quase nada tenha fôlego pra descobrir.
E que essas duas décadas, as nossas, sejam de descoberta pq talvez esse simples,
Esse pouco,
Esse quase nada que ofereço
Não seja assim tão pouco comparado ao pouco que se descobre ao lado de outro que tanto já descobriu.
Então tenta.
Tenta comigo o muito que ainda há pra tentar e o tanto que ainda há pra descobrir ao lado de quem sabe tão pouco e de quem ama tão muito .
E desiste tão nunca.